Pesquisar este blog
sábado, 26 de setembro de 2020
10, 20, 30... Judas Priest: Só 'crássicos'!
domingo, 30 de agosto de 2020
GERAL: Os singles de Velhas Virgens, Metalmad DC, Fenrir's Scars e Casa das Máquinas

Weissbier
Acompanhando as novas tendências do mercado fonográfico, ditado, não de agora, mas principalmente pela baixa venda de discos físicos, as bandas tem apostado suas fichas lançando singles na internet.
Mesmo não sendo novidade, singles nunca fizeram muito sucesso no Brasil. Contudo, ultimamente, é uma das maneiras mais práticas a disponibilização de uma música nas plataformas digitais, de áudio ou de vídeo. A chance de atingir o público é bem mais fácil que no rádio.
Dessa forma, SP&BC vai dar aquela força e mandar algumas linhas de algumas coisas lançadas nesse formato ultimamente. Abri uma Weiss porque não está mais frio e assim consigo me refrescar enquanto escrevo.
Velhas Virgens - Leprechaun / Vícios e pecados
A banda das Velhas Virgens já planejava o lançamento do novo trabalho, O bar me chama, quando a pandemia chegou e atrapalhou os planos de 100% da população. Mesmo assim alguns singles chegaram para saciar a curiosidade dos fãs.
Vícios e pecados foi a segunda escolhida, a primeira foi Fake news no longínquo janeiro e traz aquele meio blusão com teor lírico já explícito no título. Leprechaun, lançado em meados de agosto, é o costumeiro jeito de tocar de Paulão, Cavalo e Cia. A letra junta o Leprachaun, uma figura mitológica da Irlanda com personagens do nosso folclore, como saci, mula sem cabeça e outros, além da adição de instrumentos característico do folclore britânico.
Casa das Máquinas - Tão down / Brilho nos olhos / A rua
Apesar de algumas mudanças na formação significativas, ao que tudo indica, a Casa das Máquinas vai vir com um bom álbum. Dos três singles lançados, justamente o último, Tão down, é o melhor, pois tem mais a cara da banda, apesar do acento pop.
Claro que Brilho nos olhos e A rua possuem aquele teclado característico dos anos 1.970, mas são ainda mais pop. Não há problema nisso, claro, caso contrário nem seria citado no blog, mas que faltou uma pegada na guitarra, ah isso faltou.
Metalmad DC - Olhos de Medusa
O release já informa tudo: "desistir não é uma opção". Assim, Olhos de Medusa já é o segundo single do que se promete ser um EP, apesar de que eles mesmo já andam pensando em soltar um full length, o que seria algo sensacional.
Assim como o anterior, Colheita maldita (leia mais aqui), Olhos... também traz um algo a mais no quesito letras, já que aqui falam sobre a famosa da mitologia grega Medusa. A música foi escrita pela formação anterior e ganhou um maior peso agora.
Fenrir's Scar - Curse of mankind
Continuando na onda do metal, o duo campineiro (leia mais aqui) já havia soltado a excelente Heal you no ano passado e agora está de volta com Curse of mankind, editada em julho. Uma música do mesmo nível do álbum de 2.017 e que não deve nada a qualquer grande banda que lhe venha a cabeça.
A música segue aquela linha gothic metal com vocais nos contrapontos masculino e feminino. Segundo os músicos André Baida (vocal, teclado, baixo e teclados) e Desireé Rezendo (vocal), seu som segue uma linha mais alternativa, mas rótulos estão em baixa, então, o negócio é saber se é bom ou não e, para nossa sorte, é bom!
É uma pena que no underground tudo é mais difícil e mediante tantos problemas muitos nomes acabam sucumbindo. Cabe aos chamados apreciadores da boa música fazerem seu papel e colaborando para que nossa cena, que é excelente, nunca padeça.
sábado, 25 de julho de 2020
10, 20, 30... Há 4 décadas o AC/DC lançava o LP de rock mais vendido de todos os tempos
Session Ale
The razor's edge
Stiff upper lip
domingo, 21 de junho de 2020
GERAL: Metalmad DC e Voodoo Shyne lançam singles com gosto de quero mais
![]() |
| FOTOS: Divulgação (Metalmad DC)/Facebook (Voodoo Shyne) |
Metalmad DC - Colheita Maldita
Voodoo Shyne - Unique (Double Ipa)
domingo, 31 de maio de 2020
10, 20, 30.. Iron Maiden: Décadas de relevância
No prayer for the dying
Brave new world
O contexto histórico todos conhecem, então não vamos perder tempo com ele. Contudo, vale dizer, a passagem do cantor Blaze Bayley rendeu um trabalho bom e bem dark, The X factor (1.995), e outro mediano, Virtual XI (1.998) que deixavam clara a proposta do então quinteto. A saída de Bayley e as voltas de Dickinson e Smith, transformaram a banda em um sexteto.Para a produção de um novo álbum foram aproveitadas três composições dos tempos do antigo vocalista: The nomad, Dream of mirros e The mercenary. As duas primeiras tem bem a levada da formação anterior. Já Blood brtohers começou até ser composta nessa época, sem ser finalizada, pelo menos é o que alega o líder e principal compositor Steve Harris. Procurando no YouTube é possível encontrar um vídeo em que Bayley canta um trechinho dessa.
A turnê rendeu um ao vivo gravado no Rock in Rio, em 2.001, em um show sensacional! Eu estava lá, conferindo-os in loco pela segunda vez, a primeira com Dickinson nos vocais. Igualmente saiu um DVD da apresentação e a partir deste tornou-se comum a regra de um de estúdio e um blu-ray para atender aos desejos dos fãs.
É um bom CD, com o lado prog ainda mais aflorado, embora eu não tenha dúvidas de que se não ocorresse a mudança na formação ele seria idêntico, salvo as linhas vocais, naturalmente. Concorda? Hora de abrir outra breja para o último trampo.
The final frontier
Sobre os feitos do CD, ele é o quarto álbum a alcançar o #1 nas paradas inglesas, os outros foram The number of the beas (1.982), Seventh... e Fear of the dark (1.992); o single da faixa título, a melhorzinha, diga-se, foi quarto lugar nos Estados Unidos, o que o Maiden conseguiu de maior posição na Billboard 200; por El dorado o grupo levou o Grammy em Melhor Performance de Metal; no Brasil ganhou disco de platina. E daí?
Para mim é um disco preguiçoso, pouco inspirado, com músicas que não terminam e com um trabalho gráfico aquém do produzido outrora. Melvyn Grant assinou a capa. Por sinal, são dele os Eddies mais "diferentes", como em Virtual XI e Fear..., por exemplo.
Enfim, vale conhecer, afinal, sua opinião pode ser outra, mas eu não salvo nenhuma.
domingo, 26 de abril de 2020
Nefasta: da mitologia romana para os copos brasileiros
![]() |
| "Cada rótulo é uma personagem feminina com essa 'coisa' mais rock'n'roll, sanguinolenta" |
Empresa familiar une história e rock à cultura cervejeira
![]() |
Carros que já carregam chopeiras são bastante usados pelas empresas do setor. A Nefasta não abre mão do seu. "Participamos de muitos festivais,
tanto em Floripa quanto na região e outras cidades do estado. E como participamos de muitos eventos, pensamos em uma maneira
prática de carregar toda a parafernália", explica a ideia Drehmer. "O carro é uma solução muito legal, além de muito criativo com a Nefasta toda plotada" gerando curiosidade, o que acaba atraindo o público.
















