FONTE: AI
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quarta-feira, 13 de dezembro de 2023
NOVIDADES Teria Voodoo Shyne mudado de estilo?
NOVIDADES Allen Key lança single e videoclipe visando o mercado internacional
FONTE: AI
Após
iniciar um novo ciclo de lançamentos com a impactante Apathy, a Allen Key estreou o single e videoclipe de Sleepless em seu canal no Youtube, apresentando uma
sonoridade cada vez mais contemporânea e preparada para o mercado
internacional. Com uma proposta moderna, bebendo na fonte de bandas como
Linkin Park e Evanescence, a Allen Key abre cada vez mais suas portas
para perspectivas ainda mais grandiosas do que as já conquistadas na
primeira fase da banda.
Sleepless
fala de amor, sob uma ótica de incertezas e inseguranças, ainda que
buscando entregar acolhimento para quem encontrar conexão de sua letra
com experiências pessoais próprias. Seu refrão é uma declaração pura de
amor que reflete as escolhas do Eu Lírico, que permite-se entregar aos
seus sentimentos mais verdadeiros e profundos.
Depois de se
apresentar ao lado de grandes nomes do Metal Nacional e Internacional,
como Tarja, Primal Fear, Angra e Shaman, a Allen Key fortalece esse novo
ciclo com seu próximo show marcado para o dia 16 de Dezembro, junto com
o Angra em Ribeirão Preto, além de duas datas de turnê brasileira de
Tarja com Marko Hietala em 2024, em São Paulo e Brasília.
O
videoclipe encantador e belíssimo de "Sleepless" tem direção e edição de
Caike Scheffer, com maquiagem e figurino por Karina Menascé. A produção
musical é de DropAllien, produtor indicado ao Grammy Latino.
A
Allen Key conta em sua atual formação com Karina Menascé no vocais,
violão e teclados, Pedro Fornari e Victor Anselmo nas guitarras, William
Moura no baixo e Felipe Bonomo na bateria.
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domingo, 10 de dezembro de 2023
ENTREVISTA: Baraldi, o cartunista roqueiro
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| FOTOS: VRA - Exxótica e Baraldi na Expomusic |
Weiss
Mais uma do Projeto Revista Valhalla e dessa vez fechando a #21. Segue a entrevista com Marcio Baraldi e, enfim, ali vocês entender tudo. Escolhi uma Weiss para rever esse trabalho com vocês, pois uma breja de trigo refrescante como essa é ideal para um bate-papo!
Na Amazon você encontra livros do Baraldi, sim, senhor, claro! Clique aqui e veja uma das minhas indicações. Boa leitura, saúde!
Marcio Baraldi: Rock também é vocação!
Texto: Vagner Aguiar
Você conhece o Humor-Rock? Calma, calma. Não é nenhum novo estilo de Metal e sim a união entre histórias em quadrinhos, charges e “cartuns” com o Rock’N’Roll. Simples, não? O melhor exemplo disso, e talvez único, é Marcio Baraldi, cartunista que lançou recentemente o livro Roko-Loko e Adrina-Lina (Ed. Rock Brigade/Opera Graphica Ed., R$ 10), coletânea dos três primeiros anos de HQs e tiras que são publicadas mensalmente em uma revista roqueira nacional desde 1996 – para comprá-lo mande uma mensagem para o endereço eletrônico que está no final da página.
“Não tem no mundo inteiro um personagem como ele”, explica a afirmação anterior o criador de Roko-Loco, nome central do título acima citado, num bate-papo extremamente bem humorado, como não poderia deixar de ser, cheio de risos e gargalhadas. “Pode procurar na Kerrang, Burn!, Metal Hammer, Rolling Stone”, continua ele usando como exemplo revistas européias e norte-americana, a última, para classificar seus traços já que nelas “você não vai achar nem sombra de um trabalho como o meu. Isso é para provar que o Brasil não deve nada a ninguém. Nós temos artistas, músicos, atletas, cientistas de primeiro mundo. Ainda vamos ser o melhor país desse planeta, a pátria do Evangelho, da mulher bonita e do Rock'N'Roll”, profetiza.
Lendo a finalização dessa primeira
idéia e observando que Roko-Loko usa uma camisa amarela e uma calça azul, as
cores da seleção brasileira de futebol, podemos concluir que Baraldi é uma
pessoa que adora nosso país. “Parabéns! Você foi o primeiro jornalista que
percebeu isso! Eu sou nacionalista ‘pra carvalho’, adoro o Brasil e o Roko é
isso mesmo, é o roqueiro brasileiro com todo orgulho.” A expressão
“carvalho” é um trocadilho usado pelo personagem com aquilo mesmo que você está
pensando.
Mas, antes de nos aprofundarmos no mundo do Humor-Rock vamos descobrir as origens de seu criador. Baraldi: “Desde que descobri o Rock’N’Roll, aos 11 anos, fiquei 'eletrizado' e passei a desenhar as bandas que eu gostava. Não consegui mais desligar a tomada nem parar de desenhar”. Cinco anos mais tarde e com cadernos cheio de piadas roqueiras o artista começou “profissionalmente na imprensa sindical fazendo de tudo, quadrinhos, charges, ‘cartuns’, e mais o que você imaginar.”
A inspiração veio ao ouvir “We Will Rock You”, do Queen, “num radião véio” de sua casa. “Quando eu ouvi aquela batida e aquele coro que parecia uma procissão religiosa eu pirei”, entrega Baraldi, “converti-me àquela ‘religião’ na hora e sai correndo comprar o compacto de vinil We Will Rock You/We Are The Champions. Foi meu primeiro disco de Rock e, sem dúvida, ajudou a formar minha personalidade e achar meu caminho na vida.” O veredicto final: “Ouvir Rock para mim valeu mais que fazer 10 testes de orientação vocacional!” Baraldi ouve “Rock e Pop em geral, desde que seja banda boa”, além de Queen, Kiss, Motörhead, New Model Army, The Clash, Ramones e Punk antigo em geral. Sua estréia nas livrarias se deu em 1996 com ConstruRINDO o Sindicato.
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| Quem disse que eu nunca fui cabeludo? |
Voltando ao último lançamento, a recepção a ele tem sido “Excelente! Todo mundo está curtindo, me mandam e-mail de monte”, comemora o cartunista não se agüentando, já que recebeu até uma mensagem do Japão pedindo-o. “Modéstia a parte, os personagens são muito legais e o livrão ficou lindo! Como diria o Roko, ficou ‘du carvalho’”, se esbalda ele. Contracenam com Roko, a namorada Adrina-Lina e estrelas das mais diversas constelações, não apenas do Rock, como Ted Nojento, Padre Judas, Bruna Lombada e Edir Macete, em historinhas bastante engraçadas e homenagens às personalidades que nos deixaram como Chuck Schuldiner e Joey Ramone, por exemplo.
Há, inclusive, uma espécie de guru de seu personagem principal. Baraldi se explica: “Na quinta HQ que eu fiz do Roko, ainda em 1996, aparecia o espírito do Raul [Seixas] que o levava para o céu para curtir um show só com roqueiros falecidos. Essa HQ fez tanto sucesso que eu resolvi fazer outras com o espírito do Raul, transformando ele no ‘brother espiritual’ do Roko, que aparece de vez em quando. É uma homenagem pessoal minha ao Raulzito, pois sou espírita e fã do maluco beleza.”
Em charges, sempre há um que é “pego para Cristo”. Pesquisando quem poderia ser encontramos na figura de André Matos (ex-Viper, Angra, atual Shaman) “um eterno zoado”, como ele mesmo se intitula no depoimento para o livro. “O texto do André ficou um sarro! Esse lance da Adrina ser apaixonada por ele surgiu de brincadeira porque ele sempre se vestiu como um ‘galã do metal’ e acabou pegando. Mas o meu alvo mesmo pra zoar nas HQs é o próprio Roko, é ele quem sempre se ferra na minha mão”, confessa Baraldi em meio a risos, claro.
Porém, Baraldi não se restringe somente a esse personagem já famoso assinando charges em vários sindicatos e “em um monte de revistas para todos os públicos que você imaginar, inclusive muitas de Rock”, perfazendo “uns quarenta empregos para sobreviver”, se diverte. “Mas eu não conseguiria viver só desenhando Rock, sobretudo porque eu quero falar de outros assuntos também, para não virar um ‘bitolado’”.
E “bitolado” o cartunista realmente não é, basta observar os demais trabalhos que assinou ao longo dos anos: o já citado ConstruRINDO..., A Fórmula do Riso, Cidadania: Eu Quero uma pra Viver!, e, no ano passado, dois “petardos de uma vez: Todas as Cores do Humor, que foi o primeiro livro de ‘cartuns’ GLS politicamente corretos do Brasil”; e “Moro Num País Tropicaos, coletânea de charges sobre a ‘Era FHC’”, esclarece o autor. Com relação ao primeiro, “pintou a oportunidade de fazê-lo e eu, que graças a Deus não sou preconceituoso nem falso-moralista, topei”. Já o segundo “é bem político e tinha prefácios do Ziraldo e do presidente Lula. A recepção de ambos foi tão boa que o Tropicaos... esgotou em um ano e o Todas As Cores... já vendeu metade da tiragem”.
Então se a política também é assunto, quando o citado Luis Inácio da Silva será “zoado”? Enfático: “Nunca”. Será que é por conta do prefácio? “Brincadeira”, responde imediatamente. “Conheço o Lula desde que eu era moleque, adoro o sujeito! Estou torcendo muito para o governo dele e fazendo minha parte para melhorar o Brasil”. Entretanto, nem isso salva a autoridade máxima da Nação, afinal já saíram “umas charges com ele, sim. Dei umas cutucadas. Mas foi de leve”.

Como
o papo seguiu outras proporções e a sua revista favorita está sempre antenada
com o que acontece ao nosso redor, será que o roqueiro/cartunista sofreu
preconceito algum dia? “Primeiro
lugar, parabéns para a Valhalla! Acho excelente quando revistas de Rock abordam
assuntos de conteúdo político e social”, nos joga confetes Baraldi, se referindo às reportagens
sobre o assunto publicadas nas edições 17, 18 e 19. “Roqueiro não é alienado”,
continua o autor, “é um público com senso crítico que não vai atrás de
modismos vulgares e passageiros. Ninguém nunca me encheu o saco por ser
roqueiro, pelo contrário, eu sempre fui o tipo boa-praça que se dá bem com todo
mundo. Além disso, eu tenho 1,85 de altura, o que ajuda”, termina.
Para os “risos finais”, como diz nosso entrevistado, os próximos projetos: “Agora estou divulgando o livro do Roko, indo em TV, rádio, essas coisas. Ano que vem vou lançar o segundo volume, assim que esgotar esse primeiro, por isso, leitores, comprem meu livro!” Ah, sim, Baraldi também envia um recadinho para nosso editor: “Estou pensando em desenhar para a Valhalla também, manda o Eliton preparar um contrato milionário aí para eu assinar!”
Bibliografia: ConstruRINDO o Sindicato (96), A Fórmula do Riso (98), Cidadania: Eu Quero uma pra Viver! (01), Todas as Cores do Humor (02), Moro Num País Tropicaos (02), Roko-Loko e Adrina-Lina (03)
quarta-feira, 8 de novembro de 2023
OPINIÃO O que achei da nova dos The Beatles
domingo, 12 de abril de 2020
Fabiano Negri: despedida no melhor estilo
Stout
The crew
Serviço
terça-feira, 17 de março de 2020
Festival reúne o melhor entre música, gastronomia e cerveja
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| (FOTO: Daniel Zimmermann/Divulgação) |
Presença do público foi 12% menor em relação ao ano passado
Blumenau (SC) sediou a 12ª edição do Festival Brasileiro da Cerveja entre os dias 11 e 14 de março, nos setores 1 e 2 do Parque Vila Germânica. No mesmo local, porém nos setores 3 e 4, de 11 a 13, rolou a Feira Brasileira da Cerveja. E, claro, antes, de 7 a 10, antes aconteceu o Concurso Brasileiro da Cerveja.
Vamos degustar?
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| Já sei qual chopeira usar |
Passei por outros stands de diversos fornecedores como sistema, autosserviço de chope em bar e de torneiras. Esta em formato de guitarra (foto), por motivos óbvios foi a que mais me chamou a atenção. O corpo é o do instrumento mesmo, com cordas verídicas. A personalização é uma tendência.
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| Faltou empatia |
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| Mascotes marcaram presença |
Em tempos de reforma tributária...
Segundo Gomes, a aprovação da tributação Simples para as empresas "facilitou e estimulou a criação de novas microcervejarias. Além das menores, ajudou também aos brew pubs", este um bar que produz sua própria bebida. Porém, agora uma das lutas da associação é contra a ST, a Substituição Tributária. "Ela encarece demais nosso produto e penaliza a pequena indústria", explicou. "Vamos acompanhar a reforma tributária de perto", conclui.
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| Mais uma vez provando que rock vem de berço |
Rolou música?
sábado, 7 de março de 2020
10, 20, 30... Hoje: Ozzy não combina com aposentadoria
Catharina Sour
Dois singles precederam Ordinary Man, Straight to hell e Under the graveyard. A primeira causou certa polêmica pela sua letra, principalmente pelo trecho "I'll make you defecate". Sinceramente, para quem achou achou estranho, você sabia que estava ouvindo rock?
Voltando ao que interessa, mais uma vez Zakk Wylde, por questões de agenda e oportunidade, não tocou no álbum, ficando a guitarra, e a produção, a cargo de Andrew Watt. Duff McKagn (baixo, Guns'n'Roses) e Chad Smith (bateria, Red Hot Chili Pepers) completam a formação, digamos fixa. Porque há uma pá de convidados. Sente só alguns deles: Slash, Elton John, que aparece em um dueto na bela faixa título, Tom Morello e muitos outros.
Já a produção tem um quê daquele tipo de que eu não sou muito fã - leia o review de Scream - e um certo exagero nas passagens calmas - baladas - como na fase Ozzmosis (1.995), embora em menor grau. Como bônus há a participação do rapper estadunidense Post Malone que deveria ser apagada da história de tão nada a ver. Sério, destoa demais, mas como é no fim mesmo.
Por outro lado a voz de Ozzy continua a mesma. E além das três faixas citadas, também destaco All my life, Goodbye, Scary little green man e Eat me. Apesar dessa pisada na bola no fim, é um dos grandes lançamentos deste início de ano, com certeza!
Scream
O décimo primeiro trabalho de estúdio de Ozzy atingiu o quarto lugar na Billboard 200 nos Estados Unidos e o 12º posto nos charts ingleses. Contudo, isso não foi suficiente para que ele não fosse considerado uma decepção comercial, pelo menos em relação aos títulos anteriores.
A partir de 1.995, com Ozzmosis, o vocalista começou a flertar com uma produção mais moderna, influenciado pelo pessoal do new metal. Isso deixou o som um pouco diferente do seu habitual e mais pesado.
A guitarra ficou a cargo Gus G., mais conhecido pelo seu trabalho no Dream Evil. Rob Nicholson tocou baixo, enquanto que Adam Wakeman, filho de Rick Waleman, do Yes, se encarregou dos teclados e Tommy Clufetos da bateria.
Não é um disco ruim, longe disso, tanto que Let me him you scream alcançou o primeiro lugar na parada, apenas a segunda faixa do Príncipe das Trevas a obter tal feito. Gosto muito do CD, porém não é o meu favorito.
Agora mais um dos arquivos pessoais. O texto foi originalmente publicado na revista Valhalla #44, capa do Motorhead, na seção "Classics", e é sobre o clássico debut da carreira solo do artista editado há 40 anos. A respeito da treta citada no fim, aparentemente está resolvida.
domingo, 19 de janeiro de 2020
GERAL: Parte 2
Maestrick - Espresso della vita - Solare
Discaço! Sim, senhor, esse trabalho demorou para estar em SP&BC, mas antes tarde do que nunca, já diria o ditado. Afinal ele saiu em 2.018 e se trata do segundo álbum do Maestrick, de São José do Rio Preto, interior de São Paulo. O debut saiu em 2.011 intitulado Unpuzzle.
Poderíamos dizer que se trata de um som voltado ao prog metal, tamanha variedade artística encontrada ao longo das 12 faixas de Espresso della vita - Solare, contudo, acredito ser uma injustiça porque percebemos que o trio bebe em diversas fontes como pop, rock e metal.
Fabio Caldeira, vocal e piano, Renato "Montanha" Somera, baixo e vocal, e Heitor Matos bateria, respondem pelo Maestrick, que não conta com um guitarrista fixo, o que poderia soar estranho para uma banda de metal. Porém aqui vira detalhe. O disco igualmente foi lançado no exterior, assim o Brasil segue bem representado lá fora.
Psychotic Eyes - Olhos Vermelhos
Já conhecia uma banda com som hard rock e vocal baseado no gutural, o Tiger Cult. Agora uma banda gravar death metal acústico ainda não havia visto. Mais ou menos isso encontramos nesse EP do Psychotic Eyes, outro nome paulista da vez, Olhos vermelhos. Como eles dizem, um progressive death metal.
Lançado apenas digitalmente, o trabalho apresenta uma música nova, a faixa-título e única em português, uma nova versão para The hand of fate, do primeiro CD autointitulado (2.007), Life e Dying grief, ambas de I only smile behind the mask (2.011). Procura por originalidade? Escolha este sem medo!
domingo, 27 de outubro de 2019
Gueppardo: Diretamente dos anos 1.980
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| Som da banda está, também, disponível nas plataformas digitais, naturalmente |
Novo trabalho será lançado na segunda quinzena de novembro pela Classic Metal
Algo que parece normal é a troca de integrantes em qualquer grupo. Difícil quem nunca passou por pelo menos uma. E aqui isso não é uma excessão. "Normal em qualquer grupo de metal" concorda o vocalista. "Eu estou há três anos, entrei em maio de 2.016, fazendo a turnê do Fronteira final". Portanto o novo lançamento será, também, sua estreia em estúdio. O único membro da formação original é Rodriguez, por sinal, o principal compositor.
"Vamos a todos os lugares do Brasil", alerta Osório sobre disponibilidade, "estivemos recentemente em São Paulo, Curitiba, Florianópolis tocamos ontem [sexta, 06/09/2019], vários festivais aqui em Santa Catarina, Rio Grande do Sul na semana que vem", destaca a agenda. Lembrando que entrevista rolou no início de setembro.

Vamos sugerir uma cerveja para a galera?
Partindo para o acompanhamento tradicional do SP&BC, Osório sugere que como o "pessoal diz que o nosso som é cru, então, de repente uma Puro Malte acho que seria o mais correto. Mas em termos de variações, uma Ipa, uma Weiss", enumera para agradar a todos.
"Gosto muito das Red", continua o vocalista, porém "aprecio as Puro Malte. É gosto de cerveja com certeza!". Ok; alguém mais? "Eu gosto mais da Ipa", se alegra Domingues, "então recomendo uma Ipa, que vai bem!"
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