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quinta-feira, 21 de novembro de 2019
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
10, 20, 30... E aí, doutor?
Witbier
Enfim, essa coluna do blog SP&BC ganhou um nome: 10, 20, 30... Aqueles discos lançados por uma mesma banda em datas cheias. Ok, às vezes não dá certo, seja porque a banda acabou pulando aquele ano para zicar aqui, ou qualquer outro motivo. Contudo, quando estamos diante de um clássico, é preciso achar uma brecha no regulamento.
Conta a favor, igualmente, se eu já escrevi sobre o referido trabalho em outra oportunidade em algum outro veículo de que fiz parte. Assim, o blog reverencia as três décadas do melhor álbum do Mötley Crüe, Dr. Feelgood, que comemorou 30 anos em setembro. Os estadunidenses não editaram nada em 1.999 e 2.009.
Para acompanhar, nada melhor que uma breja a base de trigo e refrescante como a Witbier, afinal a partir do momento em que se aperta o play, ou se coloca a agulha sobre o vinil, ninguém fica parado. O texto a seguir saiu na edição #24 da Revista Valhalla. E este ano ainda tem mais uma comemoração especial por aqui. Aguardem!
MÖTLEY CRÜE
Dr. Feelgood
(1989)
Sem medo de errar: este foi o auge do Mötley Crüe! Foi por
causa deste disco que o Metallica contratou o produtor Bob Rock (The Cult,
Kingdom Come, Ted Nugent) para o seu Black Album (1.991) – e o resto da história
o mundo inteiro já sabe. Todos os singles de Dr. Feelgood ficaram várias
semanas em boas colocações na parada, sendo que o da faixa-título chegou à
sexta posição. Estas músicas de trabalho foram Kickstar my heart – que fala
sobre “uma quase morte” por overdose de Nikki Sixx (baixo) – Without you, Don’t go away mad (Just go away) e Same Ol’ Situation (SOS), todas com direito a
clipes. Em outubro, um mês após o lançamento, este play alçou o Crüe ao
primeiro lugar da Billboard. Precisa dizer mais? Claro que os dois últimos
trabalhos do grupo, Generation swine (1.997) e New tattoo (2.000),
foram no mínimo discutíveis, mas até Vince Neil (vocal) ser chutado, o que durou
poucos anos, os quatro – Mick Mars (guitarra) e Tommy Lee (bateria) completam o line-up
clássico – possuíam uma química excelente, mesmo não sendo músicos estupendos.
Só nos resta rezar para que a turnê de despedida [N. do R.: texto escrito em 2.002], prometida pelos quatro
membros originais deste monstro do Hard/Glam oitentista, passe por aqui no ano
que vem. (VA)
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Gueppardo: Diretamente dos anos 1.980
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| Som da banda está, também, disponível nas plataformas digitais, naturalmente |
Novo trabalho será lançado na segunda quinzena de novembro pela Classic Metal
A segunda entrevista realizada no River Rock Festival, em Indaial, em setembro chega agora ao blog SP&BC: Gueppardo. Nascido em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, o quarteto veio até o Vale do Itajaí, na ocasião, apresentar seu som calcado no hard'n'heavy dos vindouros anos 1.980.
Com esse nome - felino que se parece com o leopardo - e aliado à curiosidade sobre o acréscimo de uma letra "P" na grafia dos gaúchos, é inevitável imaginar a influência de um certo gupo britânico. "Na grafia não", responde o vocalista Mauricio Osório, "o som o Def Leppard é oitentista, das bandas de hard'n'heavy, mas [na grafia] não chega a ter uma relação direta, não", conclui sobre a escrita.
Já o baixista Rafael Yadek Domingues explica que as letras repetidas em sequencia vieram dos dois fundadores da banda, o guitarrista Pery Rodriguez, o único que não estava no bate-papo, e seu irmão e ex-integrante Peter. "Eles colocaram os dois pês como uma assinatura deles. Muita gente pergunta sobre o lance do Def Leppard", estabelece a coincidência. Completa a formação o baterista Leo Sarmento.
"O Gueppardo está na cena desde 2.007", apresenta Osório. E nesses 12 anos de estrada os gaúchos já lançaram o EP independente Instinto animal, em 2.009, e o debut Fronteira final, em 2.015. Algumas músicas de Instinto... serão "relançadas no nosso proximo CD, Execução sumária, que sai agora em outubro", explica [N. do R.: A previsão de lançamento é dia 20 de novembro via Classic Metal Records]. O quarteto passou por um período inativo pouco depois da estreia fonográfica até primeiro full length começar a ganhar vida.
Algo que parece normal é a troca de integrantes em qualquer grupo. Difícil quem nunca passou por pelo menos uma. E aqui isso não é uma excessão. "Normal em qualquer grupo de metal" concorda o vocalista. "Eu estou há três anos, entrei em maio de 2.016, fazendo a turnê do Fronteira final". Portanto o novo lançamento será, também, sua estreia em estúdio. O único membro da formação original é Rodriguez, por sinal, o principal compositor.
"Vamos a todos os lugares do Brasil", alerta Osório sobre disponibilidade, "estivemos recentemente em São Paulo, Curitiba, Florianópolis tocamos ontem [sexta, 06/09/2019], vários festivais aqui em Santa Catarina, Rio Grande do Sul na semana que vem", destaca a agenda. Lembrando que entrevista rolou no início de setembro.
Algo que parece normal é a troca de integrantes em qualquer grupo. Difícil quem nunca passou por pelo menos uma. E aqui isso não é uma excessão. "Normal em qualquer grupo de metal" concorda o vocalista. "Eu estou há três anos, entrei em maio de 2.016, fazendo a turnê do Fronteira final". Portanto o novo lançamento será, também, sua estreia em estúdio. O único membro da formação original é Rodriguez, por sinal, o principal compositor.
"Vamos a todos os lugares do Brasil", alerta Osório sobre disponibilidade, "estivemos recentemente em São Paulo, Curitiba, Florianópolis tocamos ontem [sexta, 06/09/2019], vários festivais aqui em Santa Catarina, Rio Grande do Sul na semana que vem", destaca a agenda. Lembrando que entrevista rolou no início de setembro.
E não pensem que os caras são virgens quando o assunto é tocar na gringa. "Tivemos três passagens pela Argentina", comemora Domingues. "A cena deles é muito legal, firme e gostam do fato de cantarmos em português. Valorizam isso! São a favor de cantarmos [na nossa língua natal] porque a maioria [das bandas de lá] canta em castelhano, o idioma deles" destaca para finalizar com aquela declaração manjada: "Onde quiserem nos levar nós iremos, sem frescura".
Ainda sobre as letras em nossa língua mãe, Osório cita que "uma característica diferente das bandas de hard ou de heavy metal - nos definimos mais hard/heavy - é que o nosso som é em portugues. Temos uma música em inglês e duas em espanhol, bem por conta desse intercâmbio com nosssos amigos da Argentina e o Pery que é 'meio brasileiro, meio argentino', então essa influencia do castelhano está muito forte na banda. Gostamos bastante das bandas de lá", setencia.

Vamos sugerir uma cerveja para a galera?
Partindo para o acompanhamento tradicional do SP&BC, Osório sugere que como o "pessoal diz que o nosso som é cru, então, de repente uma Puro Malte acho que seria o mais correto. Mas em termos de variações, uma Ipa, uma Weiss", enumera para agradar a todos.
"Gosto muito das Red", continua o vocalista, porém "aprecio as Puro Malte. É gosto de cerveja com certeza!". Ok; alguém mais? "Eu gosto mais da Ipa", se alegra Domingues, "então recomendo uma Ipa, que vai bem!"
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quarta-feira, 2 de outubro de 2019
The Undead Manz sem fórmulas
Na edição de 2.019 do River Rock Festival (leia a cobertura aqui), em Indaial (SC), no início de setembro, o blog SP&BC trocou uma ideia com The Undead Manz e Gueppardo, ambas após as respectivas apresentações das bandas. A primeira delas, com a catarinense, você lê agora. A outra, com a gaúcha, estará disponível dentro de alguns dias.
Formado em 2.014 em Criciúma, ou pelo menos oficialmente, já que "é uma ideia mais antiga" do vocalista e guitarrista Z, o The Undead Manz, assim como a maioria, passou por algumas trocas de integrantes, contudo cada músico contribuiu para se chegar ao som apresentado atualmente, segundo Z. Completam o line-up Reactor, bateria, A.K., baixo, e a guitarrista Arduinnah, que não estava no momento.

"O nosso som", volta ao assunto o músico, "é uma amalgama de tudo que há dentro da vertente do metal. Temos raízes no heavy metal mais clássico, tradicional" aliado a influências diversas vindas, por exemplo, de "integrante que toca em banda de death metal, eu ja tive banda de black metal", completa. "Nossa música tem vida própria", continua, "procuramos exteriorizar aquilo que sentimos, que é o que toda banda diz. Mas nós exteriorizamos exatamente o que a música pede", seja uma acelarada ou "um groove mais black ou death" e não interessa o rótulo.
Até interessante Z tocar no assunto rótulo, pois realmente é difícil colocar o The Undead Manz dentro de um estilo específico. Para a banda seria "industrial. Queremos fazer um som mais industrial na linha de Rammstein, as bandas alemãs" afirma o vocalista. "Mas não é o que vocês estão ouvindo (risos). Criamos nossa própria identidade e vemos isso como original e estamos nesse patamar sem nos preocupar muito com rotulações", finaliza.
Nesses cinco anos de estrada, já soltaram dois trabalhos, The rise of the Undead, em 2.017, e The Rapture of Undead's bride, em 2.018, ambos igualmente disponíveis nas plataformas musicas. O próximo, um EP, está em plena produção com previsão de lançamento para até o final do ano.Além disso, o quarteto faz questão de citar sua página no Youtube para que tanto fãs como curiosos vejam o lado mais perfomático da formação, digamos assim. "Temos cinco videoclipes", Z comenta sobre o conteúdo na plataforma digital, "além de um que possivelmente será lançado ainda este ano". Este é o vídeo para a faixa Psycho.
Bebem cerveja?
Sim, confirmaram que são apreciadores da bebida mais amada dos roqueiros. SB&BC, então, pediu, já que eles mandam um som que complica para o jornalista - alguns chamam simplesmente de moderno - qual breja seria a ideal para apreciar enquanto se deixa o CD rolar.
"Uma cerveja com muita personalidade", responde A.K., achando que vai ser "meio clichê, mas talvez uma Ipa, ou a Catharina Souer, que são cervejas de alta personalidade". Z cita uma Strong, porém o baixista explica: "a Catharina Sour é a cerveja de mais personalidade no Brasil. Essa ou uma Ipa. Coisa pesada e com personalidade". Falou e disse!
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sábado, 14 de setembro de 2019
River Rock e a festa de todas as tribos
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| The Undead Manz: a modernidade |
Indaial, a 167 km de Florianópolis, no Vale do Itajaí, pela décima sexta vez foi a capital do rock catarinense por três dias, entre 6 e 8 de setembro, durante o River Rock Festival. Cerca de 30 bandas, das mais variadas vertentes, se revezaram no palco fazendo a alegria de mais de 500 fãs de todas as partes do estado e, também, de outras localidades. Veja a lista completa de se apresentou aqui, na Agenda do blog.
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| Deny Bonfante: sem exagero |
Além de bebidas, naturalmente havia uma boa oferta gastronômica. E logo pensando na estrutura, o espaço para o camping era imenso, chuveiros com água quente, limpeza dos banheiros, brinquedo para as crianças e as lojas dos merchans em meio a um paisagem convidativa.
Infelizmente consegui apenas estar presente por um breve período no sábado devido a outros compromissos profissionais, entre eles o Pomerode Bierfest - leia aqui. Contudo, já na chuvosa sexta, o Ratos de Porão, que a princípio havia cancelado em virtude do problema de saúde de João Gordo, repensou a decisão e tocou como trio fazendo uma excelente apresentação, segundo os presentes. Chuva ou sol, não importa, o RR rola de qualquer jeito, dizia a organização a respeito do tempo do primeiro dia.
Cheguei ao local, o Rota 66 km Centro de Eventos, somente por volta das 15 horas do segundo dia e assisti a apenas a três shows. Pouco, porém o suficiente para atestar que o festival, não à toa, foi um estrondoso sucesso, novamente. Organização, companheirismo, horários, tudo funcionou por ali.
A primeira que vi foi o The Undead Manz, de Criciúma, no sul de Santa Catarina. O som é... Bem, é um pouco difícil rotulá-los, podendo notar heavy, industrial e gótico, por exemplo, em suas músicas e visual. O vocalista Z, para não dar muitos spoilers da entrevista, disse que a ideia é justamente essa, misturar tudo. Aconselho a dar uma vasculhada pelas redes sociais da banda e conferir os vídeos no YouTube para tirar sua conclusão. Executaram músicas dos dois discos já editados, The rapture of undead's bride e The rise of the undead.
Em seguida, foi a vez dos gaúchos do Gueppardo subirem ao palco e fazerem com que todo o recinto voltasse no tempo até os anos 1.980. Farofa total! De modo geral, bebem na mesma fonte das bandas da Sunset Strip, contudo, como as letras são em português, acabam nos remetendo à galera daquela época que cantava em nossa língua nativa, como o Salário Mínimo. O set list teve faixas do debut Fronteira Final, uma cantada em espanhol e algumas novas que integrarão o novo álbum a ser lançado ainda em 2.019.
A última que assisti foi a banda solo do guitarrista Deny Bonfante, do Perpertual Dreams, fazendo um misto de rock instrumental e canções vocalizadas. E para quem ainda não conhece vale dizer que não soa nada forçado ou que tudo esteja à disposição para que a guitarra brilhe. Pelo contrário, todos trabalham para a música. Os caras divulgavam o último disco Stronger than darkness, lançado em maio. É mais uma prova de que o lema do RR, a "festa de todas as tribos", é cumprido à risca.
Tive que deixar o festival com o coração apertado, pois adoraria ter conferido os paulistas do King Bird e também os holandeses do Legion of the Damned, entre outros. Paciência. Quero registrar mais uma vez que o RR é o sucesso que é por conta das pessoas sérias que estão por trás de tudo. Só tenho que parabenizar e esperar que continue assim. Apoio não vai faltar. Para 2.020 a data está reservada, inclusive com um dia a mais no calendário. Long Live to River Rock!!
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| No stress |
A primeira que vi foi o The Undead Manz, de Criciúma, no sul de Santa Catarina. O som é... Bem, é um pouco difícil rotulá-los, podendo notar heavy, industrial e gótico, por exemplo, em suas músicas e visual. O vocalista Z, para não dar muitos spoilers da entrevista, disse que a ideia é justamente essa, misturar tudo. Aconselho a dar uma vasculhada pelas redes sociais da banda e conferir os vídeos no YouTube para tirar sua conclusão. Executaram músicas dos dois discos já editados, The rapture of undead's bride e The rise of the undead.
Em seguida, foi a vez dos gaúchos do Gueppardo subirem ao palco e fazerem com que todo o recinto voltasse no tempo até os anos 1.980. Farofa total! De modo geral, bebem na mesma fonte das bandas da Sunset Strip, contudo, como as letras são em português, acabam nos remetendo à galera daquela época que cantava em nossa língua nativa, como o Salário Mínimo. O set list teve faixas do debut Fronteira Final, uma cantada em espanhol e algumas novas que integrarão o novo álbum a ser lançado ainda em 2.019.
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| Gueppardo: anos 1.980 total |
A última que assisti foi a banda solo do guitarrista Deny Bonfante, do Perpertual Dreams, fazendo um misto de rock instrumental e canções vocalizadas. E para quem ainda não conhece vale dizer que não soa nada forçado ou que tudo esteja à disposição para que a guitarra brilhe. Pelo contrário, todos trabalham para a música. Os caras divulgavam o último disco Stronger than darkness, lançado em maio. É mais uma prova de que o lema do RR, a "festa de todas as tribos", é cumprido à risca.
Tive que deixar o festival com o coração apertado, pois adoraria ter conferido os paulistas do King Bird e também os holandeses do Legion of the Damned, entre outros. Paciência. Quero registrar mais uma vez que o RR é o sucesso que é por conta das pessoas sérias que estão por trás de tudo. Só tenho que parabenizar e esperar que continue assim. Apoio não vai faltar. Para 2.020 a data está reservada, inclusive com um dia a mais no calendário. Long Live to River Rock!!
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
Bierfest veio para ficar
Evento contou com 16 cervejarias
O III Pomerode Bierfest, ocorreu em Pomerode, claro, vizinha da capital da cerveja Blumenau, de 5 a 8 de setembro. Estiveram presentes 16 cervejarias do Vale do Itajaí, a grande maioria, e de diversas cidades de Santa Catarina, inclusive do Oeste.
Muito bom para conhecer novos rótulos e sabores disponíveis em doses de 100, 200 e 300 ml nos mais variados estilos. Ipa, Black Ipa, Weiss, Stout, Red Ale, America Pale Ale, enfim, apesar de não apresentar nenhuma novidade, foi a oportunidade para degustar e conhecer receitas de outros mestres cervejeiros.
No palco se revesaram bandas fazendo covers. Agora é aguardar até o feriadão da Independência do ano que vem para a próxima edição.
domingo, 11 de agosto de 2019
AGENDA: River Rock traz os gringos do Legion of the Damned
Stout
No mês que vem rola o maior festival do Vale do Itajaí e um dos maiores de Santa Catarina. Entre os dias 6 e 8 de setembro rola em Indaial, vizinha de Blumenau, a 16ª edição do River Rock Festival. E com um nome internacionalmente conhecido: o grupo holandês de thrash metal Legion of the Damned, cujo som é inspirado em temas como horror e ocultismo.
No entanto, infelizmente, uma baixa será sentida. Os Ratos de Porão estavam escaldos, mas devido à internação de João Gordo em decorrência de uma pneumonia grave, sua participação, bem como todo o restante dos compromissos da banda até o final do ano, foram cancelados.
Além dos holandeses e dos também confirmados paulistas do King Bird, outro grande nome do River 2.019, a line-up conta com Justabeli (SP), Sinaya (SP), Anthares (SP), Cosmic Rover (SP), Kiko Shred Band (SP), Legacy of Kain (PR), High Butcher (PR), Lacrimae Tenebris (PR), Serpent Rise (RS), Gueppardo (RS), Carcinose (RS), Arandu Arakuaa (DF), AAV (SC), Pogo Zero Zero (SC), Cerebral Cannibal (SC), Anal Vomitation (SC), Deny Bonfante Project (SC), Apócrifos (SC) , Starshok (SC), Tengu (SC), Obscurity Vision (SC), Tosse Harmônica (SC), Homem lixo (SC), Vermouth (SC), The Undead Manz (SC), Overblack (SC), 100dogmas (SC), Balboas Punch (SC), Dark New Farm (SC), Raging War (SC), No One Spoke (SC) e mais duas bandas covers, Tributo Death - Cosmic SOUL (SC) e Tributo Pantera - Cowboys from Rio (SC).
Agora, se ainda não comprou seu ingresso, precisa se apressar, pois as vendas se encerram no próximo dia 25. Eles custam R$ 150 para as três datas do evento. Depois, só juntar a barraca, se preparar para acampar e curtir os shows.
Serviço
Pontos de venda em Indaial e nas cidades próximas, além de Curitiba, no Paraná. Os ingressos adquiridos em qualquer ponto oficial são isentos de taxas e custam R$ 150, mais um quilo de alimento a ser entregue na portaria, até o dia 25/08/2019.
Abertura dos portões: 13 Horas. Shows: 17 Horas. O local será o mesmo do ano passado, ou seja, a Rota km 66, Centro Eventos, na Rod. BR 470, Km 65, Rua Cascavel, 606 Bairro Encano do Norte, Indaial, Santa Catarina.
Contatos: (47) 98458-1573.
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