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sábado, 8 de junho de 2019

LUTO: A música perde André Matos

(IMAGEM: Facebook Shaman)

Músico morreu neste sábado, dia 8, aos 47 anos



Li a notícia há algumas horas, mas não quis acreditar. Achei ser outra fake. Apesar da fonte confiável. Não era. Há pouco encontrei essa ilustração no perfil de uma rede social do Shaman, atual projeto do vocalista, tecladista e compositor André Matos. Sem dúvida um dos melhores do nosso país. Ainda não foi divulgada a causa de sua morte, neste sábado.

Do mesmo perfil seguiu esse comunicado assinado pelos membros da banda: "O destino nos uniu, nos separou, nos reuniu e agora pregou mais essa com a gente. É com profunda dor em nossos corações que nos despedimos do André mais uma vez, desta vez de forma definitiva. Além da ferida que jamais cicatrizará, e mesmo sabendo que passamos momentos gloriosos junto ao nosso companheiro e amigo, restará pra sempre o melhor dele em nossos corações".

Matos começou cedo, aos 15 anos, com seus amigos do Viper, no já longínquo anos 1.980. Dois excelentes discos depois saiu, foi estudar música clássica e voltou à cena com o Angra. Mais sucesso ainda. Já na década de 2.000 o Angra se dividiu. Três ex-integrantes, incluindo o frontman, formaram o Shamam. Esse último contou com uma trilha em novela da Globo. Não que precisassem. Após seu fim, Matos partiu para uma carreira solo.

Além desses nomes, André tocou e gravou com grandes personalidades do metal mundial, como por exemplo Timo Tolki, ex-Stratovarius, entre muitos outros. Nesta década, o músico retornou com todos esses projetos, fazendo turnês de reunião e a alegria dos fãs. Faltou apenas com o Angra.
André em ação em show em Presidente Prudente (SP)

Jornalismo


Nunca tive a felicidade de entrevistar André Matos. O máximo que consegui foi resenhar alguns CDs para Valhalla, cobrir alguns shows,  e tentar fazer algumas fotos com uma câmera amadora, como a - horrível - que está ao lado. Coisas de jornalista em início de carreira.

Pelo menos perdi as contas de quantas vezes conferi sua performance ao vivo. Viper, Angra e Shaman. E por fim, devido a compromissos particulares não pude estar no que foi seu penúltimo show, bem aqui perto, em Joinville (SC), no Armageddon Metal Fest. O último foi em São Paulo, no último domingo. Vai fazer falta, mestre! R.I.P.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

AGENDA: Cada vez mais próximo o Armageddon

Double IPA


Calma, não é o fim. É o festival dos sonhos de todo catarinense amante do heavy metal, o Armageddon Metal Fest, que rola no próximo dia primeiro de junho, a partir das 14h em Joinville, no Expoville, que fica na Rua XV de Novembro, 4315 - Glória.

Além de contar com o retorno da formação original/clássica do Shaman e dos gregos do Rotting Christ, se dividem em dois palcos mais 13 nomes: Ratos de PorãoGangrena Gasosa, The MistTuatha de Danann, The Secret Society, Total Death (Equador), Huey, Motorocker, Symmetrya, Violent Curse, Blackmass, Semblant e Flesh Grinder. 

Os ingressos de meia-entrada e promocional já estão no terceiro lote e custam R$ 170 até o dia 31 de maio. Não há taxa de conveniência para a compra online (Ticket Brasil) e os valores podem ser parcelados em até 12 vezes. Para usufruir da entrada promocional, é obrigatório doação de um quilo de alimento não perecível ou de ração para gatos e cachorros.

quarta-feira, 20 de março de 2019

Blumenau city beer

Público lotou as dependências da Vila Germânica


Festival ratifica o porquê de Blumenau ser a capital da cerveja


Terminou neste sábado, dia 16, o 11º Festival Brasileiro da Cerveja, no Parque Vila Germânica, em Blumenau, a capital nacional da bebida mais amada pelos brasileiros (de acordo com a lei sancionada pelo então presidente Michel Temer em 2.017). E, como sempre, não faltaram novidades, diversão, música e gastronomia, claro.

Tudo começou um pouco antes com o Concurso Brasileiro de Cervejas entre os dias 9 e 11. Mais de 3.100 rótulos distribuídos entre 156 estilos diferentes produzidos por 505 cervejarias disputaram as medalhas de bronze, prata e ouro, ou seja, de melhores do país.

A premiação ocorreu no dia 12 e foi transmitida via redes sociais sendo assunto, evidentemente, dentro da cultura cervejeira ao longo do período da festa. Um detalhe é que apesar de ser de nível nacional, o corpo de jurados foi formado, também, por juízes vindos de outros países, como Alemanha, Bélgica, África do Sul, República Tcheca e outros.
Rock ditou o ritmo em sua maioria

Aberta ao público a partir de quarta, dia 13, o festival já destacava o que cada stand arrematou de medalhas. Contudo, não apenas as premiadas eram procuradas, pois há muito mais a conhecer em se tratando de brejas do que se imagina. 

Eram 800 rótulos de 116 cervejarias disponíveis de todos os cantos do país em versões de 100, 200 ou 300 ml. Estivemos em dois dias, o maior número possível de rótulos, então provamos um bom número deles.

Abrindo um a parêntese para falarmos um pouco de outro evento que ocorreu paralelamente ao festival, a Feira Brasileira da Cerveja, voltada para os profissionais do setor. Entre os expositores, nacionais e internacionais, pudemos perceber instituições de ensino, fornecedores de máquinas e equipamentos, insumos e mídia especializada.

Voltando para a parte dos "bens de consumo", uma das cervejarias servia suas bebidas em um copo com uma válvula em sua parte inferior, igualmente conhecido como fundo, que permitia que o líquido o enchesse por baixo. O resultado era uma breja muito mais saborosa e cremosa.

Sobre novidades e as não tão comuns. Começando com uma Stout envelhecida no fundo do mar, sem CO2 (gás carbônico) e que não precisa ser servida gelada. Seu aspecto se assemelha a um vinho seco. Bastante forte, agradou em cheio seus apreciadores.

E para lembrar do Sant Patrick's Day, festa anual que celebra a morte do padroeiro da Irlanda São Patrício, comemorado no dia 17 de março em que bebemos "cervejas verdes", encontramos uma Belgian Weiss com adicional de menta. Aliás, neste mesmo stand havia uma Imperial Stout com pimenta, disponível nas versões leve e hot, ou seja, com gotas, lógico, de pimenta.

Pudemos observar empresas que se preocupam em ser autossustentáveis. Duas chamaram a atenção nesse sentido. Uma delas com o slogan cervejaria rural produz todos as adicionais que integram seu produtos, menos malte, inspirados em personalidades como David Bowie, Einstein e Che Guevara. Já a segunda produz rigorosamente toda sua matéria-prima.

Sentimos falta de fábricas com uma maior interação entre rock e cerveja. Em outros anos várias empresas estavam nessa linha e na versão 2.019 pouco, ou quase nada, se viu. Deve ser a crise. Entretanto, conseguimos encontrar uma Black Metal IPA sensacional. Curioso que ao escrevermos este texto ouvindo Panzer - a nacional, evidentemente - parece que conseguimos nos lembrar de seus aroma e gosto. 

Música


Essa relação rock/cerveja combina tanto que quase todas as bandas tocaram o estilo. Várias formações passaram pelos palcos dos setores 1 e 2 sempre com qualidade e bom repertório. Na sexta-feira, por exemplo, se já seria uma surpresa um nome interpretar Last night, dos Strokes, imagine duas. Algumas até apresentavam versões pouco diferentes do usual, saindo de velhos clichês para vários classicos. 

Em se tratando de set list, a com maior participação foi Psycho killer, dos Talking Heads. Nada menos do que quatro bandas, nas duas datas, a executaram. Uma boa pedida, possivelmente, seria dar espaço para nomes com trabalhos autorais. Seria uma ajuda e tanto para a cena.

Saldo positivo, todos felizes, isso que importa. Que venha 2.020! SP&BC e o Programa Lendas do Rock estarão lá, com cerveja!

domingo, 3 de março de 2019

AGENDA: Shaman e Rotthing Christ em festival em Joinville


(FOTOS: Divulgação)

Março ainda tem o Festival Brasileiro de Cerveja


Depois de cinco anos da estreia, dia primeiro de junho acontece a segunda edição do festival Armageddon Metal Fest, na Expoville, em Joinville. E o cast está fechado com, inclusive, a atração internacional Rotting Christ. O grupo grego se une a nomes como Ratos de Porão, Gangrena Gasosa, Motorocker, Shaman e The Mist.

O Rotting Christ (foto) é uma banda grega já com 30 anos de história e vem para divulgar seu mais recente álbum, The Heretics. O Shaman, que dispensa apresentações, retornou para a Reunion Tour da formação clássica executando seus dois discos de estúdio na íntegra, Ritual e Reason.

Além das citadas, passam pelos dois palcos do evento Flesh Grinder, Semblant, Blackmass, Symmetrya, Huey e Violent Curse. Os ingressos de meia-entrada e promocional custam R$ 115 até 10 de março. Para a promoção, é obrigatório doação de um quilo de alimento não perecível ou de ração para gatos e cachorros. Podem ser adquirido através do site da Ticket Brasil.

Festival Brasileiro de Cerveja


Em Blumenau, de 13 a 16 de março ocorre o tradicional Festival Brasileiro da Cerveja. São mais de 800 rótulos à disposição distribuídos entre 130 estandes para provar, conhecer e aprender um pouco mais sobre o universo da cultura cervejeira.

Afinal, além das trocas de informações entre os presentes, diversas palestras são ministradas. Sem falar do concurso, shows e gastronomia. Os ingressos custam R$ 30 até sexta e no sábado, R$ 36. Cheers!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

A Noite em que a "cultura rock” catarinense brilhou



No último sábado, dia 23 de fevereiro, aconteceu em Timbó a décima edição do Cultura Rock, evento que tem o objetivo de valorizar a expressão da “cultura rock” de nossa região. Além dos shows que compunham a final da segunda edição do Minha Banda é Sucesso, rolaram exposição de artes e venda de produtos. Realizado pela Fundação Cultural de Timbó, o concurso visa incentivar e premiar bandas autorais do Estado de Santa Catarina. Seis bandas de diversas localidades dividiram o palco do Pavilhão de Eventos Henry Paul nessa etapa derradeira.
A primeira a se apresentar foi a Brigadeiro Espacial, de Ibirama, que trouxe muito estilo com as músicas Ocaso, Maresia e Águas de Marte, na melhor vibe de Rock Alternativo. A segunda, de Blumenau, Lohan executou as faixas Porque eu te quero, Raiva e Dor, mostrando como se faz um Rock Indie de qualidade. A terceira, Bicho Homem, veio de Mafra e trouxe o mais puro Punk Rock com as faixas Lobo e Cordeiro, Alice e levantando a plateia com Amém.
Depois foi a vez da Latolia, de Florianópolis, apresentar seu som, também no estilo Rock Indie. Porém o diferencial é que as letras eram em inglês, o que foi bastante surpreendente. Executaram Without a trace, It’s show the way e Just for you. A quinta banda a se apresentar foi a Square Brothers, de Balneário Camboriú. No melhor estilo Blues, com direito a saxofone, gaita de boca e boinas, os caras trouxeram as faixas Get away boogie, I quit e a dançante My Jazzy wayE finalmente, a sexta banda, também de Blumenau, Pororoca trouxe variados estilos na sua apresentação com as faixas De sonhos, Pé de goiabeira e Clarear.
O primeiro lugar foi da banda Bicho Homem, de Mafra, e faturou o prêmio de R$ 700, além de troféu e a filmagem de um videoclipe. O segundo ficou com a Pororoca, de Blumenau, e os meninos da Square Brothers, de Balneário Camboriú, ficaram com o terceiro. A banda vencedora, Bicho Homem, já está confirmada como uma das atrações do II Festival das Cervejarias de Timbó, que acontece de 5 a 7 de abril.
Para finalizar, a banda Dazaranha subiu ao palco exatamente à meia noite para o delírio das mais de quatro mil pessoas que passaram por lá. Com seu jeito “manezinho”, embalou o público com clássicos como Afinar as rezas, Tamo junto, Se tu diz, Deixa a tartaruga nadar. Mas o pavilhão veio a baixo mesmo quando tocaram Salão de festa a vapor. Em um momento bastante emocionante eles dedicaram a faixa Cubo a Matheus Pacher, fã da banda e criador do projeto Vila Cultural falecido aos 22 anos vítima de câncer em dezembro de 2018.
Ao final do show, com direito a samba de raiz e um belo acústico, tocaram a esperada faixa Vagabundo Confesso levando o público ao delírio e, de quebra, repetiram Salão de festas a vapor para finalizar com chave de ouro esse evento que exaltou o cenário rock catarinense como nenhum outro.

TEXTO: Programa Lendas do Rock - Paulo Rossi, Maysa Angeli, Vagner Aguiar
FOTOS: Programa Lendas do Rock

domingo, 20 de janeiro de 2019

Novidades para 2019

Não é o fim. É um recomeço

Enfim começou o novo ano para o blog SP&BC. De maneira tímida, é verdade, pois o tempo anda cada vez mais escaço, e, como todos sabem, infelizmente, este não é o meu ganha pão. Então, feliz 2.019 para todos que acompanham este endereço e que tenhamos um país melhor!

Duas novas. Primeiramente, uma boa notícia: disponibilizei no Mixcloud uma edição do SOM PESADO (ouça aqui). A playlist está aqui. O programa durou apenas quatro episódios na rádio Página 2, totalmente pela Internet, em julho de 2.017.

E vem da PG2 a outra notícia, nem boa nem ruim, envolvendo o outro projeto deste jornalista ao lado de Paulo Rossi e Maysa Angeli, os criadores do Programa Lendas do Rock. Por questões internas da web rádio, o nosso LR deixa de ser exibido na emissora. Ainda continuamos com todas as outras mídias, Facebook, Twitter, Instagram e, claro o YouTube, o Lendas do Rock ao Vivo.

Portanto, pode continuar nos seguindo nas redes sociais e aguarde as novidades. Sobre as publicações do SP&BC elas continuarão, sim, pode ter certeza. Rock on!!

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Imago Mortis volta à ativa em grande estilo


Porter


Ah, o doom metal da melhor qualidade merece, sim, uma Porter. Pode experimentar! Aliás, não deixa de ser, também, uma forma de brindar o Imago Mortis, banda carioca que voltou à estrada depois de alguns anos inativa, e seu mais recente álbum, LSD.

A atual formação conta com Alex Voorhees, vocal, Daemon Ross, guitarra, Rafael Rassan, guitarra, Charles Soulz, teclado, Paulo Ricardo Silva, baixo, e André Delacroix, bateria. O show de lançamento do CD aconteceu no River Rock Festival, ocorrido em Indaial (SC), no início de setembro.



O guitarrista Daemon Ross bateu um papo com a equipe do Programa Lendas do Rock após a apresentação da banda e o resultado você confere a seguir.

Esse foi o primeiro show do disco novo LSD, certo?
Daemon Ross: Sim, hoje foi o primeiro show do LSD – Love, sex and death. Um CD que demorou quase tanto tempo quanto o Chinese Democracy (2.008) para sair. Gravei as guitarras desse disco há seis anos, não lembrava mais nenhuma música – não conta para ninguém (risos). Começamos a trabalhar nele por conta do River Rock e, então, esse acabou sendo o primeiro show da turnê. Este é um ano especial pra mim porque acabei lançando esse álbum e um outro com uma cantora americana, não sei se você conhece, Lether Lione, de uma banda chamada Chastain, dos anos 1.980 [N. do R.: Claro que conheço. O grupo de heavy metal Chastain fez um certo sucesso naquela década e segue na ativa]. Já fiz duas turnês com ela. Gravei o disco [solo] que saiu neste ano, o Lehter II,  sucessor do Schockwaves. Tenho dado muita sorte com esses trabalhos, tenho tocado com bons músicos, embora não seja um músico profissional que vive disso, pois sou professor universitário. Esse CD [da Leather] tem oito músicas minhas de um total de 11. Nesse do Imago Mortis há algumas contribuições minhas. Bem legal esse reconhecimento como compositor.

Esse trabalho também é conceitual?
Daemon: Sim. Ele conta a historia de um amor que começa e termina passando por todas as suas fases. Há um “que” do Vida (2.002). Cada música conta uma fase do amor, da descoberta, do amor romântico, a do let’s broke up, a do “eu não quero nunca te ver, te odeio”, enfim diversos tipos de amor. Não tem gênero definido, então, apesar de ser cantado por um homem não tem uma relação heterossexual entre os personagens principais. É aberta e geral. Esperamos que todos que leiam as letras se identifiquem passando o sentimento da música. É um disco de arte, não foi feito para vender milhões, não temos essa pretensão. É um bom recomeço. E temos um outro no forno... Serve para mostrar que temos continuidade, uma nova banda e ficar na estrada por muito tempo.

Esse hiato entre os álbuns tem haver com a parada?
Daemon: Os integrantes moram em diversos locais do Brasil, o Alex mora no Rio Grande do Sul, parte da banda mora em Macaé, no RJ, outra parte em uma região mais central da capital, então é muito difícil reunir os músicos. Porém a Internet ajudou muito e esse disco foi reconstruído recentemente a partir de um rascunho que tínhamos há seis anos quando fizemos as demos, mas faltou dinheiro para finalizá-lo, além de outras situações. O Alex insistiu em lançar para pelo menos colocar o material para fora e ver o que acontece e todos se animaram. Depois de hoje [N. do R.: River Rock Festival] acho que vamos continuar juntos para sempre, até que a morte nos separa (risos).

Com as plataformas digitais, downloads etc, ainda compensa editar o trabalho físico?
Daemon: Não compensa financeiramente porque o retorno das plataformas é muito irrelevante, já que é novo ainda. Não temos um nível de visualização muito grande, até por conta do hiato, então temos que nos provar novamente, cair na estrada, enfim, praticamente recomeçar como se fosse uma banda nova. Eu lancei um vinil, cara! Nós amamos esse negócio, é arte. Pensamos até em lançar uma música por vez nas plataformas até completar um disco e lançá-lo mais barato, talvez. Pensamos nisso, mas não fazemos música para ganhar dinheiro, não.

Próximo projeto?
Daemon: Vamos lançar em novembro o vídeo da banda, um clipe de animação de Black Window, uma música minha, uma das únicas laçadas como demo nesse hiato. Será feito por uma empresa do Rio de Janeiro, de um amigo meu. Vai ser  algo que nenhuma outra banda nacional fez. Para variar, é o Imago remando contra a corrente. Somos totalmente anticomerciais.

Por onde vai passar a turnê?
Daemon: Temos alguns contatos lá fora, até por conta de eu ter tocado com a Lether, porém por eu não viver de música, ter outra profissão, diferente do restante que é músico profissional, meu calendário é um pouco diferente, já que tenho que estar de férias para poder fazer algo assim. Mas queremos fazer nosso país primeiro e, claro, depende muito do feedback, de quem viu a banda, de apoiar e pedir a banda