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terça-feira, 21 de novembro de 2023

REVIVAL: Mais uma coletânea do Whitesnake


Session Ipa

Segunda parte do projeto que visa disponibilizar todos meus textos na Revista Valhalla aqui no SP&BC. Ainda na #22, mas com o reforço da #21 - o número da estreia - com resenhas em Collection e Review Geral. E também nesses dois números tem entrevista, Classics e uma Bio, que ainda não vou dar spoiler, mas...

Quem sabe no final do projeto, que vai levar um bom tempo ainda (risos), não veiculo trabalhos na Comando Rock e na Rock Brigade - o primeiro texto em revista de grande porte de circulação nacional. Enquanto preparo este, abri uma Session Ipa e coloquei esses sons para rodar e um filme passou na cabeça.

Por falar em dar o play, separei alguns álbuns do Whitesnake, basta clicar no link da Amazon. Para a Black Friday tem alguns em promoção, aproveite!


WHITESNAKE

Best Of…

EMI – Nac.

9.0

Coletânea para resenhar é um negócio complicado, pois geralmente o bicho acaba pegando na escolha das músicas. Pessoalmente, eu nunca deixaria de fora “Slow An’ Easy” ou “Love Hunter”. Porém, mesmo com essas faltas percebe-se que o bom gosto esteve presente neste trabalho, assim não há como não agitar em “Fool For Your Loving”, “Long Way From Home” e “Guilty Of Love”, além de coisas óbvias como “Love Ain’t No Stranger”. A nota só não é melhor porque deixaram a desejar no encarte, o que nos faz pensar que o disco é um verdadeiro caça-níquel para aproveitar a volta à ativa de Coverdale e seus contratados. Não há nenhuma foto e um texto bem simples apesar da capa bonita. Com o preço do CD onde está é de chorar ver um desprezo desses. Mas, enfim, voltando à parte boa, é interessante ouvir num mesmo produto os vários guitarristas que passaram pelo Whitesnake, entre outros grandes músicos, como Steve Vai, John Sykes, Bernie Marsden e Micky Moody, e uma pena sentida por Vivian Campbell não ter gravado nada em sua curta passagem pela banda. Caso você não queira adquirir vários álbuns pode conferir este. Caso você já tenha a outra compilação, Greatest Hits (94), não se preocupe, afinal uma completa a outra. Se bem que ainda falta muito tema bom, quem sabe no prometido álbum ao vivo extraído das atuais turnês. (VA)

VICTORY

Instinct

Century Media – Nac.

9.0

A onda de bandas ressurgirem das cinzas ainda não viu seu fim e agora é a vez da alemã Victory. E com a formação original! Nascido em 1984 e estreando com um LP autointitulado no ano seguinte, o grupo fez bastante sucesso na Europa e nos Estados Unidos encerrando as atividades na década seguinte. O festival Wacken (#21) marcou seu retorno aos palcos e este Instinct mostra a bela forma em que os músicos se encontram. Também de um time que conta com Fritz Randow (D, Saxon), Herman Frank (G, ex-Accept), Tommy Newton (G, ex-Fargo), Peter Knorn (B, ex-Fargo) e Charlie Huhn (V, Foghat) o que poderíamos esperar? O som é aquele misto de Hard Rock com Heavy tradicional que contagia desde a primeira nota. É difícil até destacarmos essa ou aquela faixa tal o nível das composições, mas em todo caso não deixe de conferir “Starman”, “Victorias Secrets” e “Songs Of Victory”. Ah, se todos os retornos fossem assim... (VA)

DREAM EVIL – Children Of The Night (Century Media – imp.) 9.0 – Single extraído do último álbum destes suecos, Evilized. E mais uma vez Frederik Nordström (G/produtor de Hammerfall, Arch Enemy e outros), Gun G (G, Firewind, Mystic Prophecy e Night Rage) & Cia. provam que não é à toa que o Dream Evil foi escolhido como banda revelação pelos leitores da Valhalla ano passado. Aqui temos a mais Scorpions do full lenght, por sinal é a que dá nome a este lançamento, “Dragonheart”, “Betrayed”, exclusivas desta bolachinha e “Evilized”, totalmente acústica e sem muita inspiração. No geral, é Hard/Heavy de primeira! (VA)

domingo, 12 de novembro de 2023

Projeto Valhalla - O renascimento da revista no Blog


 

LARGER

A ideia era antiga. Com o canal no Youtube e demais atividades o fato é que o blog acabou um pouco de lado e isso me incomodou um pouco. Não obstante, antes disso já pensa em, de alguma forma, disponibilizar o que produzi na época em que fui colaborador da Revista Valhalla.

E, enfim, comecei agora, na base do antes tardo do que mais tarde, utilizando este blog SPeBC. Então, durante um tempo, vou postando aqui esse período do qual me enche de orgulho, afinal, escrevi para uma revista que chegou às bancas de todo o Brasil e em Portugal falando do que mais amo na vida: rock.

Calma ae. Tem outras coisas que amo também, como a cerveja, os 50% do nome desta mídia. Assim, volta ao formato antigo, em que lá no início indico a breja que combina com os sons que são o assunto da referida pauta. 

E, para começar, vamos de Ed. #22 em que você vai ver algo até então inédito aqui: me ver falando mal de algum trabalho. Acontece. Mas, para compensar, compensei com link direto com álbuns de hard rock na AMAZON para você completar sua coleção.


RICHIE KOTZEN – Change (Frontiers Rec. – Imp.) 4.5 – A expectativa ao pegar este CD foi imensa, afinal não é qualquer um que substitui Paul Gilbert no Mr. Big e também assina súmula no Poison. E após a primeira ouvida já vai tudo por água abaixo, porque este Change é bem chatinho. Vai saber se o problema foi a necessidade de se mostrar um excelente guitarrista, o que não era necessário, ou outra coisa, o fato é que “Forever One” e “Get A Life” são as únicas interessantes (com uma certa boa vontade, diga-se) em um disco de 12 faixas. Há também uma versão acústica para “Shine” que Kotzen compôs nos tempos de Mr. Big. (VA)

THUNDER – Shooting At The Sun (Frontiers Rec. – Imp.) 6.0 – O Thunder conseguiu algumas proezas na carreira como tocar no Donington Monsters Of Rock’90 para 80 mil pessoas e abrir uma turnê para o Iron Maiden, em 1992 (sim, eram eles no Parque Antártica). Porém, você os conhece bem? Pois é, isso sintetiza tudo. De falta de oportunidade eles não podem reclamar. O pior é que até torcemos para engrenarem, mas... (VA)

DREAMTIDE – Dreams For The Daring (Frontiers Rec. – Imp.) 7.5 – Esta banda alemã, de Hannover, lançou-se no mundo do Hard Rock Melódico em 2001 com Here Comes The Flood. Logo, este Dreams For The Daring é o segundo trabalho. Bem, que o CD é legal não resta dúvida, cheio de riffs interessantes e melodias pegajosas, mas daí a dizer que vai figurar nas listas de melhores do ano já é outra coisa. Destaques: “Dream Real”, “Eden”, “Land Without Justice” e “Live And Let Live”. Não à toa, essas três últimas aparecem novamente em versões alternativas no final do disco. (VA)