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domingo, 12 de abril de 2020
Fabiano Negri: despedida no melhor estilo
terça-feira, 8 de agosto de 2017
Mesmo quando não está como desejamos, qualquer situação é possível
| FN: "Viver de música no Brasil é um tremendo desafio" (Divulgação) |
Fabiano Negri segue na contramão do que é fácil ao apostar no novo
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| "Mercado virtual é a única saída" |
Negri comenta que essa ideia é uma questão de economia, afinal, “pouca gente compra CD. O mundo musical está mudando, o artista independente precisa se virar para poder sobreviver. Ultimamente, o mercado virtual virou a única saída”, conclui.
O motivo de a segunda parte ganhar edição somente no ano que vem é porque o público atual “não tem paciência para ouvir um disco completo. Se não conseguem fazer isso com bandas consagradas, imagine com um artista que não está na vitrine. Acredito que eu tenha ótimas músicas nesse trabalho e quero que as pessoas ouçam”, diz esperançoso.
Uma praga chamada preguiça
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| "Bares estão focados nos covers" |
E a cerveja...

quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Fabiano Negri mostra que é possível
ENGLISH PALE ALE
O mais novo trabalho solo de Fabiano Negri, ex-vocalista da saudosa banda de Campinas (SP) Rei Lagarto, When nothing is rigth, anything is possible (Independente, Nac.) vai bem com uma English Pale Ale. A forte presença de malte, que confere uma certa classe ao estilo, e ser uma cerveja inglesa, nos remete a algumas influências deste EP, como The Who e Beatles.
E mesmo os flertes com o pop, como nas melodias, e o citado jazz, o som ao longo de aproximadamente meia hora de audição ainda é aquele hard rock competente praticado desde os tempos de sua antiga banda.
Ficha
domingo, 21 de fevereiro de 2021
Que aposentadoria, que nada - Fabiano Negri mais ativo que nunca
Munich Helles
Bem maltada, cor dourada, amargor equilibrado e sutil, a Munich Helles foi escolhida para essa audição pois, como surgiu em 1895, claro, na Alemanha, para concorrer com a Pilsen, da Bohemia, não deixa de representar uma certa tradição. Tradição essa que acaba configurando o novo trabalho de Fabiano Negri, o EP Reborn, via Big Can Productions (EUA).
Em 2.020, noticiamos que o músico campineiro estava se despedindo da carreira (leia aqui). "Eu estava realmente cansado de produzir novo material e não sair do lugar", explica no release que acompanha o material promocional do lançamento. Entretanto, para nossa sorte, surgiu um novo selo no meio do caminho. Só que dos Estados Unidos.
É uma pena que o reconhecimento, tardio, diga-se, venha da Terra do Tio Sam. Porém, o que importa é que ela veio e cá estamos nós diante da primeira parte de Reborn. Sim, teremos mais, ainda bem! A segunda é prometida para meados de 2.021. A divisão serve "para que as pessoas tenham mais tempo de assimilar o trabalho", conta Negri.
São 6 faixas no total, sendo que a faixa-título ganhou uma versão acústica e encerra o track list. O período conturbado pelo qual passou o multi-instrumentista desde antes do início das composições rederam temas "positivos, reflexivos e diretos", segundo o próprio. O som é aquele hard rock já característico - daí a tradição do início do texto -, levemente mais pesado que o anterior, The Fool's Path (2.020).
Desta vez, Negri gravou todos os instrumentos em seu estúdio caseiro, no interior paulista, além de mixar e masterizar no mesmo local. A única participação externa, digamos assim, foi a de seu filho, Ian, tocando baixo e percussão na excelente Gazing. Todas são boas, mas a minha favorita é justamente o primeiro single, Inside out.
Quem sabe agora, com o interesse de fora, os fãs da boa música no Brasil não abram os olhos e valorizem mais nossos artistas independentes. Apoie a música nacional. O rock nunca vai morrer e sem essa de que não há boas músicas novas. Basta procurar!
Serviço:
Site: www.fabianonegri.com
Facebook: www.facebook.com/fabianonegrisolo.com
segunda-feira, 5 de março de 2018
Fabiano Negri, o incansável do rock
American Pale Ale
quinta-feira, 12 de agosto de 2021
REVIEWS: Pandemia no Brasil
Russian Imperial Stout
Antes de iniciar vamos a uma breve explicação. Já faz algum tempo que não temos um texto novo aqui no SP&BC. Fato é que a vida ficou mais corrida por motivos particulares. De todo modo, o blog não vai morrer, pelo contrário, mas a periodicidade está complicada. Assim, vamos encurtar os comentários para falar de mais bandas e aproveitar o tempo. E, também, todos sabem que se é comentado aqui significa que o SP&BC aprova.
Assim como para apreciar essas obras abri uma breja Russian Imperial Stout, com aromas de cacau e café e espuma cremosa persistente. Uma cerveja forte, da família das poter, com maltes tostados, que combina perfeitamente com os CDs que vamos falar.
Começando pelo sensacional novo álbum da Dorsal Atlântica que já nasceu clássico! Pandemia, feito na base do crowdfunding, em que se arrecada verba junto aos fãs visando o lançamento, é conceitual e trata do atual momento em que vivemos aqui em nosso país, afundado não somente pela pandemia global do novo coronavírus, mas também pela política e na, digamos, falta de boa vontade de boa parte da população.
O som é aquele metal pesado com muito bom gosto e as letras, bem, mais claras impossíveis. Provocante. Rebelde. Direto. Enfim, Carlos Lopes soltou o verbo que estava entalado em sua garganta e nos refletir sobre tudo o que está a nossa volta. É para pensar, entender e curtir. O disco conta com uma arte gráfica primorosa e com capa dupla.
O multi-instrumentista campineiro de hard rock Fabiano Negri (ex-Rei Lagarto, entre outros) colocou no mercado, via Big Can, a segunda parte de Reborn e, portanto, fomos brindados a nos deliciar com mais um CD, agora completo com ambas as partes, de qualidade acima da média. Ambos estão nas plataformas digitais.
Achei a primeira parte levemente superior, no entanto, ao ouvir as 11 faixas como um trabalho único, o que de fato é, percebe-se um direcionamento coeso e que demonstra que o músico tem muita lenha para queimar ainda. Aposentadoria só aos 65 anos, hein.
Freesome - Get me goin' (single)
Keep on naked foi um bom EP editado lá em 2018 pelo Freesome. Se a pandemia não tivesse atrapalhado, possivelmente teríamos um novo disco do quinteto, contudo, mesmo com as dificuldades impostas pelo momento atual, a banda não se intimidou e soltou este single, uma música divertida, daqueles rocks tipo arena.
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| Freesome |
Voodoo Shyne - Instinct me / Through her womb (singles)
Já o Voodoo Shyne está com dois excelentes singles novos, Instinct me e Through Her Womb (para ouvir clique aqui), também disponíveis nas plataformas digitais. A segunda, a mais nova, é uma balada, em que o próprio música a classificou como o "Black Sabbath encontrando Pink Floyd no Planet Caravan". Acho que podemos ficar com essa descrição.
Outros trabalhos que pintaram por aqui e agradaram bastante. O já veterano Brave, com The Oracle, algo que vai na linha do power metal. A faixa título é uma das melhores do disco. Cuidado para não ficar com ela na cabeça devido a seu refrão grudento. Muto bom!
O Warshipper, faz death metal, que não é bem a minha praia, mas Barren... tem lá seus atrativos. Caso idêntico ao Hammathaz, que demonstra muita garra em The-One. Apoie nossa cena, curta, compartilhe, espalhe para os amigos. E não fique ouvindo somente os clássicos, pois ainda há novas bandas ou nomes que ainda não são conhecidos, mas que produzem excelentes títulos.
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
Fenrir's Scar: a boa cicatriz do rock
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| (Divulgação/FB) Não podemos reclamar da cena e esperar que ela mude sozinha |
Banda consegue melhor repercussão com álbum no formato 'streaming' que físico
Desireé: Muito boa e isso é muito gratificante para a gente! Tanto do público quanto da crítica. Figuramos entre os 20 álbuns mais votados por escolha popular no site da Roadie Metal e isso me deixou bastante feliz, ver que o público realmente gostou e votou na gente.
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| Lançar disco independente requer muito investimento |
Vamos abrir uma cerveja?
Algum recado para os fãs?
Desireé: Obrigada você Vagner e ao Som Pesado & Boa Cerveja pelo espaço e força que dão para as bandas independentes como nós!
domingo, 24 de janeiro de 2021
RETROSPECTIVA 2.020: O que rolou e o que podemos esperar de 2.021
Mesmo não havendo shows, músicos trabalharam bastante em ótimos lançamentos
Acredito que em nenhum outro ano fazer um apanhado do que chegou até o público foi tão importante como agora. Isso porque... bem, todos sabemos como foi 2.020. Existem até anúncios de shows em 2.021, inclusive um Rock in Rio, porém, sinceramente, não acho que role até que estejamos bem seguros quanto a essa pandemia.
Contudo, há de se comemorar que não foi por conta de isolamento que ficamos sem curtir músicas novas. Alguns trabalhos passaram pelo SP&BC enquanto que alguns ainda não. Assim, é uma boa oportunidade para se fazerem presentes em nosso blog - mesmo que em poucas palavras. Separei três estilos de cervejas mais do que tradicionais para acompanhar essa viagem: Witbier, Session Ipa e Pilsen, pois elas combinam com cada um dos citados aqui.
Começando com o Príncipe das Trevas, que lançou um álbum exatamente 10 anos após o anterior. Ordinary man (leia a resenha aqui) mostrou que Ozzy Osbourne tem muita lenha para queimar. Ainda. Só não gostei da participação do Post Malone. Não dá para ser perfeito.
Esse último ano quase marcou a despedida do cenário musical do campineiro Fabiano Negri. Felizmente quase, diga-se. Porque The fool's path (veja a opinião completa aqui) é, simplesmente, o melhor trabalho nacional do período e não poderia, jamais, significar o derradeiro. Aí que o selo estadunidense Big Can Production o procurou e então surgiu o convite para lançar um disco nos Estados Unidos. Reborn sai no final de janeiro, mas já tem single disponível em seu canal no YouTube, Inside out e Dying city. Outra pedrada está por vir.
Outro nome clássico que editou um novo trampo foi o inglês Deep Purple, que soltou Whoosh!. Chega a ser surpreendente como eles, após tantos anos, conseguem manter o nível nas composições.
Falando um pouco sobre singles, que estão bem na moda e que nos garante sempre a perspectiva de novas músicas, algumas bandas passaram por SP&BC neste formato, em qualquer plataforma que seja, uma das vantagens da Internet.
O Metalmad DC, por exemplo, lançou Colheita maldita, Beijo da morte e Olhos de Medusa (veja) mostrando que o futuro disco vai ser matador. E já neste ano saiu Alma seca, outra verdadeira pedrada! Procure pelos caras no canal oficial no YouTube.
Já o Voodoo Shyne veio com Unique (no mesmo texto do Metalmad DC) e A perefect match. Continua afiado e com aquela identidade característica. Também já tem outra nova, a recente, diferente e ótima Love corrupts myself to death. Nas plataformas digitais. O novo álbum, a julgar por essas faixas, promete.
O Fenrir's Scar no brindou com Curse of mankind (clique aqui), The enemy inside e Break the wheel mostrando a força do underground que não pode parar. Alias, o rock não é nada sem o underground, então, amigo roqueiro, vamos prestigiá-lo! A dupla paulista segue firme trabalhando e tomara que CD autointitulado não demore.
Também recomendo o grande King Bird, que veio com Alive, revisited and isolated, mostrando um pouco do que produziu durante os anos em versões ao vivo. Imperdível!
Primal Fear arrebentou em Metal Commando, enquanto que o Vanderberg surpreendeu com 2020.
E o Sepultura, então? Quadra é um dos registros mais fortes desde que Derrick Green assumiu os vocais do grupo e mostra o quarteto em ótima forma para desespero das viúvas de Max.
Para fechar, sir Paul McCartney mandou McCartney III e só vou dizer que é difícil parar de ouvir. Sensacional! E que 2.021 deixe a todos vacinados e prontos para voltar a um bom show de rock n'roll com muita aglomeração!
Claro que o ano contou com muitos outros lançamentos. Os que não gostei, conforme a linha editorial, não foram citados. Outros faltaram espaço. Cabe a cada um fazer sua pesquisa e não deixar que o nosso estilo favorito se enfraqueça. Algumas dicas estão aí. Aponte as suas.
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
Fenrir's Scar e a mitologia nórdica na cena nacional
English Bitter/Pale Ale
A banda
segunda-feira, 9 de janeiro de 2023
Retrospectiva 2.022: Lista dos álbuns mais relevantes na opinião do SP&BC
Demorou, mas chegou a lista dos álbuns que o SP&BC ouviu em 2.022 e que mais se destacaram. A lista é pessoal, o que significa que não é nenhuma verdade absoluta, apenas uma simples questão de gosto. Ela se divide entre Internacional e Nacional. E no final, uma menção honrosa que faltou no YouTube, por erro do estagiário.
Ah, claro, todos os títulos são cotação IPA (vide quadro Resenha, do canal). Abra a sua breja e comenta aí o que achou, qual você inclui ou qual bota fora.
Saúde!
INTERNACIONAL
Anthrax - XL
Avantasia - A paranormal evening with the moonflower society
Blind Guardian - The God machine
Def Leppard - Diamond star halos
Hammerfall - Hammer of dawn
Megadeth - The sick, the dying... And the dead!
Michael Schenker Group - Universal
Ozzy Osbourne - Patient number 9
Queensryche - Digital noise alliance
Saxon - Carpe diem
Scorpions - Rock believer
Skid Row - The gang's all here
Stratovarius - Survive
The Cult - Under the midnight sun
NACIONAL
Carro Bomba - Migalhas
Death Slave - The unknown (banda de Limeira-SP)
Deep Memories - Why do we suffer?
Fabiano Negri - Zebathy
Godhound - Refuled
Golpe De Estado - Caosmópolis
João Gordo - Brutal brega
Kameratta - Tromba na massa (banda de Poços de Caldas-MG)
Metalmad DC - Depois do coma
Primezero - Another day (banda de Mogi Guaçu-SP)
Shaman - Rescue
Sinistra - Sinistra
Titãs - Olho furta-cor
Unicircle - Humanaty
Menção Honrosa: Uganga - Libre


















