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quarta-feira, 8 de novembro de 2023
OPINIÃO O que achei da nova dos The Beatles
segunda-feira, 9 de janeiro de 2023
Retrospectiva 2.022: Lista dos álbuns mais relevantes na opinião do SP&BC
Demorou, mas chegou a lista dos álbuns que o SP&BC ouviu em 2.022 e que mais se destacaram. A lista é pessoal, o que significa que não é nenhuma verdade absoluta, apenas uma simples questão de gosto. Ela se divide entre Internacional e Nacional. E no final, uma menção honrosa que faltou no YouTube, por erro do estagiário.
Ah, claro, todos os títulos são cotação IPA (vide quadro Resenha, do canal). Abra a sua breja e comenta aí o que achou, qual você inclui ou qual bota fora.
Saúde!
INTERNACIONAL
Anthrax - XL
Avantasia - A paranormal evening with the moonflower society
Blind Guardian - The God machine
Def Leppard - Diamond star halos
Hammerfall - Hammer of dawn
Megadeth - The sick, the dying... And the dead!
Michael Schenker Group - Universal
Ozzy Osbourne - Patient number 9
Queensryche - Digital noise alliance
Saxon - Carpe diem
Scorpions - Rock believer
Skid Row - The gang's all here
Stratovarius - Survive
The Cult - Under the midnight sun
NACIONAL
Carro Bomba - Migalhas
Death Slave - The unknown (banda de Limeira-SP)
Deep Memories - Why do we suffer?
Fabiano Negri - Zebathy
Godhound - Refuled
Golpe De Estado - Caosmópolis
João Gordo - Brutal brega
Kameratta - Tromba na massa (banda de Poços de Caldas-MG)
Metalmad DC - Depois do coma
Primezero - Another day (banda de Mogi Guaçu-SP)
Shaman - Rescue
Sinistra - Sinistra
Titãs - Olho furta-cor
Unicircle - Humanaty
Menção Honrosa: Uganga - Libre
terça-feira, 1 de novembro de 2022
Uma noite Nervosa em pleno Halloween

Nervosa
Amber Lager

O dia de Halloween era somente na segunda-feira, 31 de outubro, mas devido ao final de semana, as comemorações no Brasil, muito embora não seja nada tupiniquim, se deram no sábado. Só que na catarinense Pomerode, pelo menos na Wox, o que rolou no dia 29 foi uma verdadeira festa do heavy metal em prol da campanha do Outubro Rosa com o Armaggeddon Warm Up, festival que funcionou como uma espécie de aquecimento para o principal, Armaggeddon Metal Fest, marcado para o primeiro semestre do ano que vem.
Para curtir os shows, uma Amber Lager. Pois ela é forte e suave ao mesmo tempo. Como o nome diz, é uma larger, então possui uma alta drinkability. O aroma moderado pode lembrar o caramelo, dependendo da receita. E como ficar parado em meio a músicas desse nível não é uma opção, o corpo precisa de hidratação. Como estava dirigindo, não ia beber, a menos que a casa oferecesse alguma sem álcool, mas tanto para escrever este como editar o vídeo para o YouTube foi inevitável a sua apreciação.
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| Buzzard |
Restando apenas dois integrantes daquela formação, o batera Amilcar Christófaro e o baixista Castor, posso afirmar que, realmente, foi uma grata surpresa. Não tenho os acompanhado, até porque não é dos meus estilos favoritos, mas, sem dúvida, fiquei muito mais impressionado dessa vez do que a primeira!
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| Torture Squad |
Conforme informado acima, o fest abraçou a ideia do Outubro Rosa, campanha de conscientização que visa alertar as mulheres para a necessidade da prevenção e diagnóstico do câncer de mama e de colo do útero. Assim, o cast foi formado por bandas que contavam em seu line-up com integrantes mulheres. A vocalista Mayara Puertas, em um dado momento, falou sobre a campanha e onde as pessoas poderiam procurar apoio na cidade do Vale do Itajaí, que é a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Pomerode. Que mais eventos tenham essa conscientização!
Com o final do show, as atenções começaram a se voltar para a atração principal: Nervosa. E já na montagem do palco foi possível perceber todo o cuidado com cada detalhe que Prika Amaral & companhia mantém sobre o mesmo. Já nesse ponto entraram com o jogo ganho. Como é de praxe, ocorreram os famigerados atrasos, fato sentido no set list, com músicas limadas do repertório.
Assim, como no caso no Torture Squad, a Nervosa não pratica um estilo, thrash/death metal, no qual vivo ouvindo, contudo, há tempos estava curioso para conferi-las ao vivo. E não me decepcionei! Desde de 2.020 com algumas mudanças na formação, o, agora, quarteto se mostrou muito coeso e capaz de elevar ainda mais o nome do grupo dentro da cena. Mesmo as mais novas integrantes, as protagonistas da cozinha, a baixista grega Helena Kotina, e a baterista argentina Nanu Villalba, parece que tocam com as colegas há uma década. Já a cantora Diva Satanica mantém o público sob controle. Uma excelente frontwoman!
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| Nervosa |
Já passava da meia noite e continuava a montagem do palco para o Pain of Soul, mas aí já não podia ficar mais. Uma pena. Valeu pela noite, embora, infelizmente, não tenha conseguido acompanhar a maioria das bandas. Hora de parabenizar a organização do evento e a casa pelos serviços prestados. Os headbangers da região agradecem!
Acompanhe o Som Pesado & Boa Cerveja também no YouTube, Facebook, Instagram e meu perfil no Kwai, Vagner R. Aguiar, este sempre com material inédito exclusivo, além do News todas as sextas-feiras no canal.
domingo, 19 de junho de 2022
Harmonizando breja e rock'n roll
Segue o link para novo vídeo mensal do canal SPeBC sobre os lançamentos intitulado Resenha. Para copiar e colar: https://youtu.be/cv3gjo2icgw ou clique aqui.
Veja, também, os demais conteúdos do endereço que harmoniza cerveja e rock'n roll, como o News, todas as sextas-feiras a noite, além de Os Clássicos, que já conta com dois episódios e a cobertura com entrevista sobre a passagem de Steve Grimmett's Grim Reaper por Pomerode.
terça-feira, 26 de abril de 2022
Lenda da NWOBH detona em Pomerode

FOTOS: Vagner R. Aguiar - Hellish War
New England IPA
FOTOS: Vagner R. Aguiar - Hellish War
O feriado de Tiradentes caiu em uma quinta-feira e essa folga prolongada propiciou mais uma passagem, a quinta, do Steve Grimmett's Grim Reaper pelo Brasil em três datas a partir de 21 de abril em Sorocaba, Pomerode (SC) e São Paulo, respectivamente. Naturalmente, eu não podia beber, pois estava dirigindo. No entanto, a escolha da New England Ipa é para escrever essas linhas.
Claro que o SP&BC esteve em Pomerode para conferir o mini festival, já que as paulistas Brave e Hellish War se fizeram presentes no giro. O Grim Reaper foi formado por músicos de ambas as bandas, além de Steve, para apresentar os sucessos dos três primeiros álbuns da lenda da NWOBH.
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| FOTO: Makila Crowley - Steve Grimmett |
Antes de falar um pouco dos shows, é preciso salientar a força de vontade, gana, sangue nos olhos, enfim, do pessoal envolvido nessa tour. Afinal, essa turma enfrentou uma viagem de pouco mais de 700 quilômetros entre Sorocaba, no interior de São Paulo, até Pomerode e depois mais uma distância semelhante até a capital paulista. Tudo isso em três dias! Só por isso já mereciam um prêmio! Ou seja, a vizinha de Blumenau foi privilegiada por estar inclusa na rota. Portanto, a casa deveria ter mais gente.
De qualquer forma, a Wox, que dispensa comentários, até tinha um público legal, apesar de ter capacidade para mais. Não foi empecilho para as três atrações da noite chuvosa. Sim, a sexta-feira não poupou os bangers do Vale do Itajaí. Saí de Blumenau para o meu primeiro show após a liberação das restrições em virtude da pandemia do novo coronavírus depois do Blaze Bayley, no mesmo local. Coincidência.
| Brave |
O primeiro a subir ao palco foi o Brave. O power metal dos caras funcionou muito bem. Apresentaram um set recheado de músicas de seu último trabalho The oracle, inclusive a faixa título, a minha favorita. Também contaram com a participação de Steve Grimmett na faixa Power in battle, do álbum Kill the bastard. Muito bom!
Em seguida, vieram os campineiros do Hellish War, do qual sou suspeito para falar, pois os acompanho praticamente desde o início, já que são meus conterrâneos. E eu gosto muito daquele clima metal anos 1.980 que a banda produz. Temas do mais recente CD, Wine of Gods dividiram o set com os clássicos, como Metal forever, sempre infalível!
Depois foi a vez do momento mais esperado, Steve Grimmett's Grim Reaper, com o avançar da madrugada. O show foi sem palavras. Com a voz ainda na melhor forma, digamos assim, Steve mostrou porque o Grim Reaper virou cult. O set contou com faixas dos três LPs clássicos: See you in hell (1.984), Fear no evil (1.985) e Rock you to hell (1.987).
| Hellish War |
Quem foi não vai esquecer, jamais. Quem perdeu, há de se lamentar. E não podemos deixar oportunidades como essa passar batida, pois elas precisam continuar acontecendo em nossa região. Por sinal, eles acontecem justamente em Pomerode, o que nos faz dar os parabéns para a gerência da Wox.
No canal do blog no YouTube há uma pequena entrevista com Grimmett e passagens com Brave e Hellish War. Inclusive, no bate-papo a explicação da escolha da cerveja. Só as imagens estão um pouco escuras porque o equipamento apresentou problema, mas está lá, na base do it yourself. Vai lá, se inscreva no canal, curta e comente a vontade!
segunda-feira, 28 de março de 2022
Até ao YouTube nós iremos

FOTO: André Bonomini.Em ação no programa Som Pesado
O blog Som Pesado & Boa Cerveja chega ao YouTube

No ar desde junho de 2.017, o espaço com o objetivo de unir cerveja e heavy/rock de uma maneira diferente chega agora a uma outra mídia, uma plataforma de vídeo, o YouTube. Porém sem perder a identidade. A ideia é expandir a experiência de combinar determinados estilos de cerveja com um som específico.
E já tem conteúdo no canal, pois há cerca de um mês o News traz todas as sextas a noite as notícias desse mundo roqueiro/cervejeiro. Sobre outros quadros, as resenhas de lançamentos vão ganhar cotação de cerveja Pilsen, Weiss ou Ipa. Entrevistas também estão em pauta, bem como a cobertura de shows.
Além do News, estreou no fim de março uma versão diferente do 10, 20, 30..., Os Clássicos, que aborda discos que comemoram datas cheias. Aqui então, a vez dos 40 anos de The number of the beast, sucesso de crítica e público do Iron Maiden. Claro que a banda britânica também tem o Fear of the dark, de 1.992, o que garantiria a participação no 10, 20, 30... Entretanto, a Donzela já participou desse quadro, que fica exclusivo do blog (texto).
Tem o que melhorar? Um monte de coisa. Mas a paixão e a vontade sempre serão as mesmas. Fácil conferir desde os meus tempos de revista Valhalla e o programa de rádio Coda On Line, entre outros trabalhos.
Mas o que é Som Pesado?
Em todo curso de faculdade sabe-se que há a necessidade de concluir um TCC - Trabalho de Conclusão de Curso. No jornalismo não é diferente, lógico. Daí a decidir escrever um livro-reportagem sobre o heavy metal nacional foi consequência.
O livro teve entrevistas com integrantes de Sepultura, Dorsal Atlãntica e Made In Brazil entre outros, além de papos com jornalistas renomados do meio como Ricardo Batalha (Roadie Crew) e Tony Monteiro (na época da Rock Brigade) e prefácio de Eliton Tomasi, o eterno The Boss da Valhalla.
Mais tarde, ao receber o convite para fazer um programa de hard/heavy na Rádio Página 2 não tive dúvidas quanto a batizá-lo. Quando a atração terminou surgiu a ideia do blog, mas tinha que fugir do convencional. A partir disso entrou a cerveja na história. Casamento perfeito!
Para acessar o canal, clique aqui. Já o link para ir direto conferir a cerveja que, na minha opinião, harmoniza com os 40 anos de The number... - perceba toda a contextualização - é esse aqui. Ainda pode me seguir pelas redes sociais Kwai, Instagram, Facebook e Twitter.
domingo, 13 de fevereiro de 2022
FAIXA A FAIXA: Voodoo Shyne sem rótulos
English Pale Ale
A segunda edição do Faixa a Faixa do SP&BC só poderia ser do músico paulista Voodoo Shyne, que acaba de lançar seu mais novo petardo, o excelente Love, martyrs & archetypes, o quarto da discografia. Então, vamos abrir a geladeira para procurar qual cerveja combina com o rock cada vez mais variado de Voodoo. Afinal, ao longo das 9 faixas encontramos hard, new wave, gótico, enfim, tem para todos os gostos.
Voltando. A escolhida da vez foi uma English Pale Ale porque, realmente, o som pede uma breja com características inglesas, tal qual algumas faixas trazem esse clima britânico. Com aroma de malte que pode lembrar caramelo e amargor, a EPA se mostrou a perfeita para a ocasião.
Naturalmente que para esse quadro trocamos uma ideia com o próprio que, evidentemente, nos contou outros detalhes sobre o trabalho. E já começou esclarecendo sobre essa pegada de diversidade sonora apontada no início: "A ideia principal é experimentar diferentes sonoridades dentro do rock. São décadas de evolução do estilo e seria um desperdício não experimentar cada vertente do rock".
"O disco foi inteiro gravado por mim", continua o baixista/vocalista/guitarrista/baterista/compositor - ufa! -, "e pelo meu amigo, Estevan Sinkovitz (guitarra, baixo e violão, banda Marrero). Além da participação de outro grande amigo, Eklon Eleutério (piano)".
A maioria das canções, sete, por sinal já resenhados no blog, saíram como singles antes do disco ao longo do último ano e, segundo o multi instrumentista, foi a "melhor opção para valorizar cada som". Dessa maneira, os fãs podem "revisitar música por música, entendendo o contexto todo do álbum". Essas "antigas" foram remasterizadas para o lançamento.
A obra não será lançada no formato físico ficando restrita ao digital somente. Contudo, é viável apostar apenas nas plataformas? "O retorno financeiro das plataformas digitais, principalmente para artistas independentes, é ínfimo", explica ele. "Mas a questão nunca foi a grana, e sim o amor em compor música". Voodoo continua dizendo que a de vídeo pode ser melhor explorada, no entanto "a vantagem é que pode-se ouvir as músicas inteiras, mesmo não tendo assinatura", o que não acontece com as musicais.
| FOTO: Divulgação |
Faixa a Faixa - Love, martyrs & archetypes
Antes de partimos para o prato principal do texto, é bom frisar que a
produção ficou por conta do próprio Voodoo e de Estevan Sinkovitz, este que também o mixou e
masterizou no estúdio Lichen Ideias Sonoras. Chega, então, de papo. Vamos saber o que o criador pensa e sente sobre suas composições. Com a palavra Voodoo Shyne.
Trap of love - "Introdução instrumental em que o baixo e os sintetizadores recitam um mantra" (N. do R.: uma das duas até então inéditas).
Unique - "Um rockão guiado pelo riff de baixo. 'Não somos tão únicos quanto podemos imaginar'" (N. do R.: a minha favorita. Tente ouvir sem que o refrão, esse citado pelo artista, fique grudado como chiclete na sua cabeça).
A perfect match - "Provalmente o som mais hard rock do disco. 'Uma paixão de arrebatar com um refrão bem marcante'" (N. do R.: De fato, é a que mais remete aos lançamentos antigos, mais hard rock).
Love corrupts myself to death - "Rock' n' roll com uma pegada punk. 'Mesmo o amor pode te levar ao infortúnio'" (N. do R.: Outra de refrão marcante).
Through her womb - "Soa como Black Sabbath encontrando Pink Floyd em Planet caravan, e retrata a visão de fora de um homem sobre a maternidade" (N. do R.: Diria que o encontro poderia se dar em Run like hell com menos velocidade).
Instinct in me - "Um rock clássico com uma atmosfera new wave. 'Não se pode explicar os instintos, mas também não se pode ignorá-los'" (N. do R.: Mais new wave pós-punk).
Fright (People) - "O som mais pesado e estranho do disco (N. do R.: A mais pesada, porém nada de estranha. Alice Cooper fase fim dos anos 1.980 um pouco mais contido).
A.L.L. - "Um pouco de amor para nos trazer de volta à luz" (N. do R.: a outra nova)
Promises - "Um punk rock setentista com um refrão pra cima" (N. do R.: Para se divertir. Fecha com chave de ouro).








